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Manaus
PREGOS

Mais de 280 pregos são retirados de árvores da Avenida Eduardo Ribeiro

Algumas árvores tinham mais de dez pregos fincados para serem utilizados como “cabides” 29/06/2016 às 15:46
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Além de pregos, foram retirados também pneus, placas, correntes, cadeados e instalações elétricas (Fotos: Altemar Alcântara / Semcom)
Acritica.com

Uma ação de manejo fitossanitário, realizada na manhã desta quarta-feira, 29, retirou 284 pregos de diferentes tamanhos fincados em 30 árvores vistoriadas da Avenida Eduardo Ribeiro. Além de pregos, foram retirados também pneus, placas, correntes, cadeados e instalações elétricas. Algumas árvores tinham mais de dez pregos fincados para serem utilizados como “cabides”.

O trabalho foi feito por servidores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) nos trechos revitalizados da via e contou também com o trabalho de educação ambiental para sensibilizar as pessoas que passam e trabalham pela área, como flanelinhas, a evitarem esse tipo de agressão às árvores.

Segundo o chefe do setor de Corte e Poda, Wellington Auzier, esse cuidado deve ser permanente. “O buraco que se forma ao bater um prego vira porta de entrada como fungos e bactérias, e a oxidação dos metais pode favorecer o envenenamento das árvores, assim como arames e cordas sintéticas enroladas podem causar o estrangulamento. Isso pode levar a árvore à morte”, explicou.

 Junto com os pregos, foram coletados também resíduos descartados nos canteiros revitalizados das árvores. O trabalho foi acompanhado de perto e elogiado por transeuntes e funcionários das lojas da área.

 “A Prefeitura está de parabéns ao fazer essa ação principalmente agora com a revitalização que deixou a Eduardo Ribeiro tão linda. As árvores dão sombra, beleza e o homem retribui com pregos, é extremamente importante o que vocês estão fazendo”, afirmou a assistente social Carla Pereira, que reside no Centro.

 O comerciante Suame Araújo contou que também se preocupa em fazer a retirada de pregos das árvores e limpeza dos canteiros situadas na frente da loja dele. “É uma questão de educação”, resumiu elogiando a ação.

 O trabalho de manejo fitossanitário prosseguirá com ações em outras áreas do Centro e demais zonas da cidade. Wellington Auzier lembra que causar maus tratos às árvores é crime ambiental, previsto no Código Ambiental do Município (Lei 605/2001) e pode render multas que variam de 51 a 250 Unidades Fiscais do Município (UFMs), o equivalente a R$ 4,7 mil a R$ 23,2 mil. “Desta vez, realizamos uma ação de orientação com caráter educativo”, observou Auzier.

*Com informações da assessoria de comunicação.

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