Publicidade
Manaus
GREVE GERAL

Mais de 7 mil pessoas se reúnem na Praça do Congresso contra reformas

Ato realizado no fim da tarde desta sexta-feira fecha, em Manaus, o dia de mobilizações de trabalhadores e centrais sindicais contra propostas do Governo Federal 28/04/2017 às 16:53 - Atualizado em 28/04/2017 às 16:56
Show whatsapp image 2017 04 28 at 16.48.41
Ato começou na Praça da Polícia e seguiu para a Praça do Congresso (Foto: Antônio Lima)
Amanda Guimarães Manaus (AM)

Cerca de 7 mil pessoas realizam uma manifestação contra as reformas da Previdência e Trabalhista, na tarde desta sexta-feira (28), na Praça do Congresso, localizado no Centro de Manaus. Os números são da Polícia Militar do Estado do Amazonas.

Para os organizadores, a estimativa é de que  20 mil pessoas participem do ato. Os manifestantes  se concentram na Praça da Polícia, desde a manhã de hoje, e seguiram em marcha até a Praça do Congresso, onde as mobilizações para o dia devem ser encerradas.

O ato faz parte do dia de greve geral convocado no Brasil pelas centrais sindicatos e que, no Amazonas, contou com a adesão de pelo menos 30 classes trabalhistas. Durante a manhã, vários protestos já foram realizados na capital amazonense, com participação de professores, rodoviários e outras categorias.

A Professora Islândia Danel, 56 anos, que participou da manifestação na tarde desta sexta-feira, comentou que sempre participou de atos que beneficiam a sociedade. Mas disse que dessa vez o assunto é mais sério.

"O Brasil é muito grande. Os nossos direitos foram conquistados com luta durante muito tempo. Sempre participo de movimentos assim, mas decidi participar nesta tarde deste ato com muita luta, pois o presidente tem utilizado o nosso dinheiro para realizar ações golpistas", afirmou.

O farmacêutico Roniery Souza, 39, também esteve presente na manifestação na Praça do Congresso. Segundo ele, as reformas da previdência e trabalhista são ações golpistas do Governo Federal. 

"Esse é um movimento contra as reformas. Um ato legítimo em busca dos nossos direitos. O Governo Federal começou ano passado com a PEC, que diminuiu os gastos com a saúde. Esse ano querem aprovar essas reformas. Somos contra, porque diminui os nossos direitos trabalhistas. É injusto", destacou.

Publicidade
Publicidade