Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2020
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Manauara é otimista quanto a situação econômica, aponta pesquisa

Dos 400 consumidores entrevistados, 63,7% relataram que a situação econômica atual, quando comparada a abril de 2011, encontra-se um pouco ou muito melhor



1.jpg Apesar dos níveis baixos, os consumidores continuam com suas intenções de compra para bens de natureza pessoal
16/04/2012 às 13:21

Uma avaliação do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da cidade de Manaus revelou que os consumidores manauras estão mais confiantes no mês de abril. A pesquisa foi elaborada pela Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Estado do Amazonas (Fecomercio/AM).

Dos 400 consumidores entrevistados, 63,7% relataram que a situação econômica atual, quando comparada a abril de 2011, encontra-se um pouco ou muito melhor. Sendo que para 29,8% permanece igual e para 6,5% está pior.



Quanto à expectativa econômica do consumidor, observou-se que 69,7% acreditam que a economia do Amazonas para os próximos seis meses estará um pouco ou muito melhor, 28,8% relataram que permanecerá inalterada e 1,5% acreditam que estará um pouco pior do que a situação atual.

Já em relação a situação financeira familiar, constatou-se que para 50,3% dos consumidores entrevistados não mudou quando comparada ao mês anterior.

Entretanto, para 48,5% dos consumidores a situação financeira da família está um pouco ou muito melhor, e para 1,2% está um pouco pior.

Os consumidores continuam otimistas, quanto à situação financeira da família para o próximo mês. A pesquisa mostrou que 57,0%  dos entrevistados acreditam que a situação estará um pouco ou muito melhor, 42,8% acreditam que não haverá mudanças e 0,2% que a situação estará um pouco pior.

Quando perguntado sobre a oportunidade de emprego em Manaus, comparada ao mesmo período do ano passado, observou-se que 30,3% dos entrevistados relataram estar um pouco ou muito mais difícil conseguir um emprego. No entanto, 36,9% dos entrevistados indagaram que conseguir um novo emprego está um pouco ou muito mais fácil quando comparado com o mesmo período do ano passado. Já para 32,8%, as chances de recolocar-se no mercado de trabalho permanecem inalteradas.

Apesar dos níveis baixos, os consumidores continuam com suas intenções de compra para bens de natureza pessoal. Nesse contexto, destacam-se os setores de vestuário (25,0%), calçados (16,8%), utilidades domésticas (6,8%), tecidos (6,3%), materiais de construção (4,5%) e móveis juntamente com decorações (4,0%).

Quanto ao local onde os consumidores costumam fazer compras, a preferência de 71,5% dos entrevistados continua sendo o centro da cidade. Entretanto, 14,7% preferem fazer suas compras no comércio local e 13,8% nos shoppings da cidade.

Quando indagados sobre os fatores que influenciam na escolha do local de compras, 60,0% dos consumidores apontaram os preços, seguidos da variedade de produtos (32,5%), variedade de lojas (28,8%), promoções (21,5%), localização (12,5%), segurança (6,3%).


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