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Manaus integra 'Dia D' de combate ao mosquito transmissor da dengue e Chikingunya

Inseto Aedes Aegypti é alvo da mobilização local, e ações da Prefeitura procuram alertar a população sobre os cuidados encessários para evitar as doenças 06/12/2014 às 14:11
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Primeida-dama do município Goreth Garcia, governador José Melo e secretário municipal de Saúde Homero Miranda Leão participaram do evento
nelson brilhante Manaus (AM)

Na manhã deste sábado (6), a Prefeitura de Manaus integrou-se ao "Dia D" de mobilização nacional contra o mosquito Aedes Aegypti, transmissor do chikingunya e da dengue, ao lançar a campanha “Combata um, previna dois”  - orientando e combatendo o Aedes, previne-se o Chikingunya e a dengue. A presença de autoridades da saúde e de funcionários fantasiados de mosquito, além da distribuição de muito material publicitário, marcaram a abertura da campanha na sede do Distrito de Saúde Leste, no bairro Jorge Teixeira I, Zona Leste de Manaus. O evento foi encerrado com uma carreata pelas ruas do bairro, alertando a população sobre mecanismos para acabar com os criadouros do mosquito.

As ações da Prefeitura já estão ocorrendo em 400 pontos da cidade, com a distribuição de 20 mil cartazes, 100 mil flyers e 5 mil adesivos para carros. “Cada um tem que fazer a sua parte. Esta é uma guerra que não se vence só com agentes públicos. Tem que haver o envolvimento de todos os moradores de Manaus”, disse o secretário municipal de saúde, Homero de Miranda Leão.

As medidas de proteção, em relação à febre chikingunya são as mesmas para o controle da dengue, ou seja, verificar se a caixa d’ água está bem fechada; não acumular vasilhames no quintal; verificar se as calhas não estão entupidas; e colocar areia nos pratos dos vasos de planta, entre outras iniciativas do tipo. 

O presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Bernardino Albuquerque, frisou que o quadro de casos de Chikingunya no Amazonas não se alterou. Além dos três casos importados (pessoas vindas de outros países) confirmados, ele ratificou a existência de outros seis suspeitos de terem contraído a doença no Estado. Além de todos os sintomas da dengue, a chikingunya é mais grave por apresentar fortes dores nas juntas e por períodos que podem durar até três anos.

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