Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
INCIDENTES

Manaus lidera mortes por afogamento no AM, aponta Secretaria de Segurança

Com 57% de registros na capital, números deste ano sinalizam uma redução de 14% em relação ao período entre janeiro e maio de 2018



show_WhatsApp_Image_2019-04-20_at_14.57.30_47F73498-68C7-4170-B1CA-B7DA5C64E9D7.jpeg Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros
14/06/2019 às 10:44

De janeiro a maio deste ano (2019), o Amazonas registrou 42 mortes por afogamento, conforme dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM). Das mortes registradas nesse período, 24 ocorreram na capital (57%) e 18 no interior do estado. Esses números sinalizam uma redução de 14% na quantidade de mortes, na comparação com igual período de 2018.

Os dados apontam que homens representaram 95% das vítimas fatais, e a maioria dos acidentes ocorreu em rios, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Das 42 vítimas fatais de afogamento, duas foram mulheres. No geral, as vítimas em sua maioria têm idade entre 35 e 64 anos. 

No período, duas crianças e dois adolescentes perderam a vida em decorrência de acidentes nas águas.

Dicas que salvam vidas

Para garantir um lazer tranquilo, os Bombeiros orientam que é preciso tomar cuidado com a ingestão de bebidas alcoólicas, com a profundidade dos rios e, principalmente, com crianças e adolescentes nos balneários.

De acordo com o major do Corpo de Bombeiros Militar, Janderson Lopes, é preciso se prevenir e, principalmente, saber como agir em casos de emergência. A primeira recomendação é quanto ao local para banho.

 “Nós recomendamos que se priorizem balneários com salva-vidas. Caso a pessoa se afogue, tendo um guarda-vida, este vai saber realizar os procedimentos, e vai também possibilitar a reanimação dessa pessoa e o retorno dela à normalidade”, disse.

“Outra recomendação necessária é o banhista fazer o uso moderado de bebida alcoólica. O ideal é não fazer uso, pois caso seja preciso tomar decisões rápidas, a embriaguez pode dificultar bastante”, ponderou.

Mesmo sabendo nadar, é importante não extrapolar limites nem mergulhar em locais perigosos. “A recomendação mais importante, e que deveria ser uma prática constante, é que as pessoas pudessem ir para esses balneários tendo uma noção básica de natação, justamente para conseguir escapar de uma situação de risco”, destaca o major.

* Com informações da assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros.

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