Sábado, 20 de Abril de 2019
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CAOS

Após cinco horas sem ônibus, frota volta a atender população em Manaus

No quinto dia da greve, rodoviários deixaram todos os veículos recolhidos das 4h às 9h. Sindicato diz que busca renegociação


02/06/2018 às 07:41

A população manauara amanheceu, mais uma vez, sem ônibus nas ruas, de acordo com levantamento do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram). Os grevistas, no quinto dia de movimento paredista dos rodoviários, novamente deixaram todos os veículos nas garagens e não atenderam os cidadãos nas primeiras horas deste sábado. Ontem, a categoria disse que colocaria pelo menos 30% da frota em serviço, o que acabou não acontecendo.

Por volta das 9h, os primeiros ônibus começaram a deixar as garagens, de acordo com informações do Sinetram. De acordo com o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir Oliveira, os trabalhadores reassumiram os postos para tentar uma renegociação com as empresas. Segundo Givancir, existe uma previsão de demissão dde 40% dos funcionários, informação negada pelo Sinetram. 

O ato deste sábado acontece depois que houve uma tentativa de acordo entre as partes no Ministério Público do Trabalho. Nesta sexta-feira, foram mais de cinco horas de reunião com representantes dos rodoviários, do Sinetram  e da Prefeitura de Manaus.

As partes chegaram a concordar com um reajuste de 5,19% relativo aos dissídios de 2017 e 2018, porém o Sindicato dos Rodoviários, que já acumula multas de quase R$ 20 milhões  por conta desta greve ilegal, queria a suspensão das penalidades. Como não houve acordo neste ponto, a reunião terminou sem acerto. O presidente do sindicato chegou a rasgar o documento assinado no MPT em ato na noite desta sexta.

Enquanto os passageiros ficam nas paradas aguardando ônibus que não virão, o presidente do sindicato, conforme apurou a reportagem, esteve hoje cedo na garagem da Via Verde, na zona oeste de Manaus, orientando os grevistas a permanecerem no local.

Ontem, o Ministério Público do Amazonas (MP-AM) pediu,  em uma Ação Civil Pública, multa de R$ 1 mil aos motoristas e cobradores, por dano moral coletivo. Ainda não houve decisão da Justiça sobre o pedido do MP.

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