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Manaus
Avenida Brasil

Manifestantes fazem protesto contra o reordenamento na saúde pública do AM

O trânsito na área em frente à sede do Governo do Estado, na Avenida Brasil, está congestionado porque os manifestantes bloqueiam a via a cada cinco minutos 25/05/2016 às 10:16
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Sindicatos de bancários, de enfermagem, petroleiros, construção civil e dos agentes de endemias se reuniram para protestar / Foto: Euzivaldo Queiroz
Luana Carvalho Manaus (AM)

Pelo menos 100 manifestantes de sindicatos filiados à União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Central Única dos Trabalhadores (CUT), realizam uma manifestação contra o reordenamento na saúde pública, na manhã desta quarta-feira (25), em frente à sede do Governo do Estado, na Avenida Brasil, na Zona Oeste.

O trânsito na área está congestionado porque os manifestantes bloqueiam a via a cada cinco minutos.

De acordo com um dos diretores da UGT, Nindberg Barbosa, vários sindicatos, entre eles o de bancários, de enfermagem, petroleiros, construção civil e dos agentes de endemias se reuniram para protestarem por uma só causa.

"Toda a população é contra essa medida. O governador não pode excluir os SPAs, Caics e Caimis. Ele não pode acabar com as policlínicas, pois a população depende destes serviços. Não aceitamos que troquem as unidades de emergência e urgência por unidades básicas de saúde. Para onde as pessoas irão quando precisarem de atendimento emergencial?", questionou.

Durante o protesto, agentes de endemias, demitidos há exatamente um ano, também se manifestaram. "Foram 320 trabalhadores de endemias demitidos. Já saiu uma liminar obrigando o Estado a readmitir esses trabalhadores, e até agora estamos desempregados. O governador precisa entender que somos importantes para o controle de dengue e Zika, e que muitos pais de família ficaram desempregados", disse o ex-agente de endemias, Francisco Oliveira, 43.

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