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‘Manifestantes’ não pouparam velódromo e caixões durante vandalismo em Manaus

Nove vidraças foram quebradas, além de portas arrombadas e caixões danificados. Uma urna funerária também foi furtada do local e o prejuízo chega a R$ 50 mil 21/06/2013 às 12:18
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Velódromo localizado na Zona Oeste também amargou prejuízo
Bruna Souza Manaus, AM

Funcionários do Velódromo e Funerária Gurgel, localizado no bairro Santo Antônio, na Zona Oeste de Manaus, limpavam os rastros de destruição deixados por uma minoria de ‘manifestantes’ na manhã desta sexta-feira (21). Nove vidraças foram quebradas, além de portas arrombadas e caixões danificados. Uma urna funerária também foi furtada do local e o prejuízo chega a R$ 50 mil.

O grupo que esteve na frente da sede da Prefeitura Municipal de Manaus (PMM), se infiltrou no meio da manifestação pacífica e segundo os idealizadores do protesto, não representa o movimento.

De acordo com o gerente do local, Júlio César Noronha, 31, aproximadamente cem pessoas saíram da avenida Brasil, onde era o centro do protesto e foram até o estabelecimento e começaram a jogar pedra contra os vidros do local.

“No momento havia quatro funcionários no local que foram ameaçados e tiveram que se trancar dentro do banheiro com medo de serem linchados pelos vândalos”, declarou.

A ação durou cerca de cinco minutos e trouxe um prejuízo que pode chegar a R$ 50 mil segundo Júlio.  Vidraças foram quebradas, caixões danificados, uma porta de vidro da administração destruída e uma urna funerária que foi levada do local, além de duas TVs de Plasma de 42 polegadas apedrejadas durante a ação. Júlio afirmou que durante a invasão ao local, nenhum policial fazia o monitoramento da área.

“Vamos procurar os nossos advogados para verificar como vamos proceder após esse prejuízo. Acredito que a população deu um exemplo de civilidade e esse pequeno grupo quis manchar o protesto. De forma alguma apoiamos esse tipo de ação, vamos procurar saber de quem é a competência para não ficarmos no prejuízo”, declarou.

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