Publicidade
Manaus
PROTESTO

Manifestantes se concentram na Praça Heliodoro Balbi, no Centro de Manaus

Os manifestantes dos sindicatos estão paralisando por poucos instantes a rua Sete de Setembro em frete a Escola Estadual Dom Pedro II 28/04/2017 às 09:31 - Atualizado em 28/04/2017 às 10:18
Geizyara Brandão Manaus (AM)

Centenas de pessoas já estão concentradas na Praça Heliodoro Balbi, no Centro de Manaus, desde às 8h desta sexta-feira (28) para chamar atenção contra as Reformas Trabalhista e da Previdência.

A professora aposentada Lúcia Magalhães compareceu para dar apoio à classe dos trabalhadores da educação. "A gente não tem que pensar só na nossa situação, mas na história desse País", disse.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), Marcus Libório, conta que serão realizadas aulas públicas abordando as temáticas da Greve Geral, ações culturais no decorrer do dia.

Questionado sobre a quantidade de pessoas no ato, Libório afirma que a questão é paralisação no local de trabalho, não apenas a vinda para o Centro. Os manifestantes dos sindicatos estão paralisando por poucos instantes a rua Sete de Setembro em frete a Escola Estadual Dom Pedro II.

Tensão na Leonardo Malcher

Na Leonardo Malcher, também houve momentos de tensão na manhã desta sexta. No local, alguns motoristas contrários à paralisação entraram em conflito com manifestantes. Até o momento, nenhuma ocorrência foi registrada. A 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) acompanha a movimentação.                       

Transporte e trânsito

A paralisação dos ônibus de Manaus em adesão ao dia de greve geral, ato nacional contra as reformas da Previdência e Trabalhista, afetou diretamente os usuários do transporte coletivo da cidade nesta sexta-feira. O Tribunal Regional do Trabalho 11ª Região (TRT) determinou ontem que pelo menos 70% da frota circulasse nos horários de pico.

Na Bola da Suframa, outro protesto de sindicalistas causou lentidão no trânsito. Uma parte da via chegou a ser interditada por manifestantes, que estão no local com carros de som e faixas. Motoristas que fazem o transporte de trabalhadores para o Distrito e motoristas do transporte coletivo pararam os veículos e apenas uma faixa foi liberada para a passagem de veículos.

 

Publicidade
Publicidade