Segunda-feira, 22 de Julho de 2019
Manaus

Manifestantes ‘trocam farpas’ com deputado na frente da ALEAM

O ato de repúdio contra o deputado começou quando um dos líderes, identificado como Rodolfo Marinho, questionou Luiz Castro sobre um episódio envolvendo o seu assessor Fábio Amorim



1.jpg O grupo começou a dizer que o político era ‘facista’ e o parlamentar os acusou de terem participação em grupos políticos
03/07/2013 às 10:23

Representantes da União dos Movimentos de Manaus (U.M.M), que estão acampados na frente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), trocaram farpas com o deputado estadual Luiz Castro (PP), na manhã desta terça-feira (2).  O parlamentar tentou conversar com os manifestantes, que estão acampados em frente a Casa Legislativa, mas foi hostilizado pelo grupo.

O repúdio contra o deputado começou quando um dos líderes do protesto que acontece desde a tarde dessa segunda-feira (1), identificado como Rodolfo Marinho, questionou o parlamentar, sobre o episódio envolvendo um de seus assessores, identificado como Fábio Amorim, que teria se desentendido com o grupo por não aceitar o movimento.

Luiz Castro se defendeu dizendo que não poderia responder pelo assessor e que queria ouvir as reivindicações dos manifestantes, exercendo o seu papel político. O político começou a dizer que o grupo de manifestantes era ‘facista’. Antes de sair, o deputado acusou os manifestantes de pertencerem a grupos políticos.


O presidente da Casa, deputado Josué Neto (PSD), recebeu dos manifestantes uma carta com as dezessete reivindicações para serem analisadas pelos parlamentares. Entre as principais reivindicações estão: a redução dos salários e regalias dos deputados, como ‘cotão’ e verba de gabinete; reajuste do salário dos deputados ao salário mínimo; a demissão dos funcionários comissionados e a contratação de bolsistas ligados à programas sociais; redução do recesso parlamentar para 30 dias (hoje são 45 dias),  a quebra de decoro parlamentar do ex-presidente do Poder Legislativo estadual deputado Ricardo Nicolau (PSD) e etc.

Josué solicitou da U.M.M um prazo de 24 horas para analisar as propostas. Ele salientou ainda que todas as reivindicações do grupo serão respondidas, sendo que algumas podem ser votadas pela Casa de imediato e outras serão apresentadas alternativas para que sejam atendidas.

Rodolfo Marinho disse à reportagem que enquanto demorar a resposta da carta feita pelo movimento, os manifestantes continuarão acampados na frente do órgão.


#Colaborou o repórter do Jornal A Crítica Kleiton Renzo

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