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Marceneiro é morto a tiros por homem em motocicleta, na ZL

Vítima saiu de casa para comprar pão e foi surpreendido por um homem em uma motocicleta, que o acertou com cinco tiros 05/06/2015 às 09:27
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João Batista era bem conhecido pela vizinhança e o assassinato dele chocou a todos, pois a vítima morava há anos no bairro
Joana Queiroz Manaus (AM)

O marceneiro João Batista Gomes, 50, foi assassinado com cinco tiros logo após ter saído de casa, na rua 27, Amazonino Mendes, Zona Leste, para ir comprar pão, a um quarteirão da casa, onde morava. O crime chocou os vizinhos que ontem pela manhã lotaram a casa da vítima em busca de informação.

“Ele era um excelente pai, marceneiro e vizinho”, disse um dos vizinhos da vítima.

De acordo com as filhas de João, que estavam no pronto-socorro Platão Araújo para onde Batista foi levado depois de baleado, essa era a rotina diária da vítima. Ele acordava cedo todos os dias, fazia o café da manhã e depois ia comprar pão na padaria perto de casa.

Ontem, por volta das 6h, o marceneiro chegava à padaria quando foi surpreendido por uma motocicleta que parou próximo dele. Há informações não confirmadas que os homens pediram dinheiro e o celular dele, como não tinha, os criminosos deram cinco tiros de pistola.

Os tiros acertaram a área do pescoço. O marceneiro caiu no asfalto e foi socorrido pelo genro Marcelo Augusto, 27, que o levou para o pronto-socorro, mas Batista chegou morto. O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Marcelo Augusto disse que não levaram nada do sogro. No bolso da vítima foi encontrado R$ 5 reais que era o dinheiro do pão.

Na delegacia familiares disseram que Batista não tinha problemas de relacionamento com ninguém e nem envolvimento com crimes. Hoje deverá ser instaurado inquérito policial para investigar o crime. No momento do crime havia poucas pessoas na rua e a polícia vai tentar achar testemunhas, ou imagens de alguma câmera de segurança particular para ajudar a esclarecer o crime.

Conhecido no bairro

Batista era dono, havia muitos anos, da Marcenaria Paraíba, e trabalhava na fabricação de móveis modulados. Era evangélico e membro de uma igreja Assembleia de Deus. De acordo com os vizinhos, ele foi um dos primeiros moradores do bairro e era conhecido de muitos.


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