Quinta-feira, 21 de Novembro de 2019
Manaus

Marido assassina esposa com sete facadas e depois foge, em Manaus

Antes do crime, os dois discutiram sobre uma suposta traição dele. Vítima dormia quando homem chegou bêbado e drogado, a agrediu e depois matou



1.jpg Após matar, suspeito fugiu
06/02/2015 às 11:46

A diarista Elizângela Rodrigues Arcangêlo, 35, foi assassinada com sete facadas pelo próprio companheiro, o autônomo Juracy de Souza Gomes, o “Novato”, 40, na madrugada desta sexta (6), na casa deles, na avenida Beira Rio, bairro Compensa 2, Zona Oeste.

O crime ocorreu após uma briga entre eles. O suspeito está foragido, segundo a Polícia Civil. Conforme Ângela Marinho, 45, irmã da vítima, Elizângela teve uma discussão com o marido que chegou em casa, por volta das 2h, embriagado e sob efeito de drogas. Os dois moram 



Conforme a irmã, Ângela, o motivo da briga seria uma suposta traição de Juracy. “Ela estava dormindo, quando ele chegou bêbado e drogado. Brigaram, ele a bateu e depois pegou uma faca. Foi quando a furou sete vezes”, explicou.

Segundo ela, Elizângela pode ter questionado sobre uma possível traição dele com uma mulher no município de Iranduba. “Ele estava juntando um dinheiro para uma mulher em Iranduba e eles podem ter discutido por causa disso”, informou Ângela.

Depois do crime, Juracy fugiu levando documentos pessoais dele. A suspeita é que ele tenha ido para Iranduba. O Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo e o caso será investigado na Delegacia de Homicídios e Sequestros (DEHS).

Furou o pulmão

Na última terça (3), em Manaus, o mecânico Wanderson Carlos da Silva Pinheiro, o “Wan Wan”, 35, foi preso em flagrante por espancar e perfurar na barriga, até atingir o pulmão, usando uma chave de fenda, a ex-companheira Fabiana Leite Ferreira, 35, durante uma briga.

Feminicídio

Está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8305/14, que modifica o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) para incluir entre os tipos de homicídio qualificado o feminicídio, ou seja, o assassinato de mulher por razões de gênero.

Segundo a proposta, há razões de gênero quando o crime envolve violência doméstica e familiar, ou menosprezo e discriminação contra a condição de mulher. A pena prevista para homicídio qualificado é de reclusão de 12 a 30 anos.


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