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Manaus
TRANCADOS EM CASA!

Saiba como se prevenir da violência e investir em segurança patrimonial e residencial

Grades nas portas, câmeras, alarmes, sensores, cercas elétricas, neblinas e até portas blindadas são algumas das tecnologias desenvolvidas e adotadas para residências e empresas nos bairros de Manaus 15/01/2017 às 05:00
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A consultora de marketing Cristina Monte investe em segurança na sua residência para evitar futuras e possíveis práticas criminosas e garantindo o conforto de sua família. (Foto: Clóvis Miranda)
Rebeca Mota Manaus (AM)

Grades nas portas, câmeras, alarmes, sensores, cercas elétricas, neblinas e até portas blindadas são algumas das tecnologias desenvolvidas e adotadas para residências e empresas nos bairros de Manaus depois da grande crise prisional e como consequência a vulnerabilidade na segurança do Estado.

A MB3000 pioneira no mercado de Domótica (tecnologia responsável pela gestão de todos os recursos habitacionais) e Integração de Sistemas,  desenvolve soluções para segurança patrimonial. Integradores de Sistemas de Acesso, circuito aberto e fechado (câmeras), intrusão (alarmes), sistemas de incêndio, monitoramento e rastreamento.

Para o consultor da MB 3000, Arthur Anísio, os equipamentos mais procurados são as câmeras simples e destaca que vale a pena investir em equipamentos mais modernos.

“Uma câmera em si não faz nada, você vai ver o que um ladrão roubou sua casa só depois que chegar lá. Para um condomínio podemos implantar a automação dos portões de entrada e saída do fluxo de veículos e pedestres, o sistema é contra clonagem dos dispositivos de acesso, com monitoramento e assistência técnica da cerca e das câmeras remoto, pela a central da MB3000 por 24 horas e acionar na portaria pelo nosso sistema emergencial de Portaria sem fio”, destaca Anísio.

“Temos o sistema de alarme que se divide em: alarme simples (só faz barulho) R$ 180, o automonitorado que a própria pessoa controla (a partir de R$ 600) e o monitorado com até 960 sinais controlados como: pânico, arrombamento, anti-sequestro, emergências, assistência médica e incêndios. Quanto aos sensores existem 900 tipos como: grades eletrônicas, muros invisíveis, sensor com micro-ondas”, diz.

Na MB 3000 ainda tem equipamentos de defesa pessoal: gás de pimenta e lanterna com choque. E tem tecnologias avançadas como: porta blindada (três a quatro mil reais), sistema de controle de acesso que faz leitura de face, biometria e veia.

A consultora de marketing Cristina Monte investiu em segurança da sua casa de forma rigorosa depois dessas últimas semanas, mesmo tendo todo um esquema de segurança com vigilantes no seu condomínio resolveu prevenir.

“Faz um ano que a crise econômica tem se intensificado no país, com isso estamos vendo poucos policiais do Ronda no Bairro nas ruas. E por isso resolvemos adotar medidas. Então instalamos câmeras que nós monitoramos onde nós estivermos pelo celular. Nós tínhamos a simples, mas resolvemos modernizar”, salienta ela.

Já o empresário e dono da Gusta +, Gustavo Picanço, reforçou o sistema de segurança de suas lojas com o acompanhamento em tempo real do sistema de vendas através das câmeras, para evitar roubos, violência e a segurança dos funcionários e clientes.

“Nós estamos reforçando rigosamente contra os perigos, além das câmeras já instaladas, agora vamos implantar alarmes e sensores”.

Profissional de segurança

A procura por executivos para o comando da área de segurança de grandes empresas vem crescendo nos últimos tempos, um exército de vigilantes privados que quintuplica os agentes de seguranças nas ruas. O Amazonas aumenta a despesa com segurança privada para deterioração dos índices de violência. Profissionais da segurança de Manaus contam um pouco das suas experiências.

Para o inspetor de segurança da Vigilância e Segurança da Amazônia (Visam), Leandro Moreira, 33 anos, conta que o trabalho deste profissional vai muito além de estar atento aos possíveis perigos e diz que o desenvolvimento do profissional depende cada um.

“O profissional tem que estar atento a todas as partes das instalações como portas, fechaduras, arrombamentos. Tem que saber detalhadamente as normas e registrar todas as ocorrências num livro. E ainda precisa ter atitude, liderança e delimitar pontos estratégicos”, pondera Moreira.

Leandro foi um dos vigilantes da Arena da Amazônia e tinha que estar sempre atento em tudo, principalmente para que não houvesse depredações.

Para aqueles que querem exercer a profissão têm que seguir alguns padrões como: ter a idade acima de 21 anos, cadastrado na Polícia Federal, possuir 180 horas de curso e se reciclar a cada dois anos. Também não pode ter antecedentes criminais e estar em dias com as eleições.

O agente de portaria do Grupo Protege, César Mota, conta como este profissional pode se destacar e explica o porquê da escolha da profissão. “A forma de tratar o público e saber desenrolar as mais diversas situações são atitudes poderosas para este profissional. Quando buscamos esta profissão já estamos cientes que atuará sob riscos. E eu decidi entrar nesta área porque é semelhante ao serviço do quartel e por ser uma área nobre, colocamos nosso conforto e segurança à disposição de oferecer a outras pessoas”, frisa Mota.
 

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