Quinta-feira, 27 de Junho de 2019
POSITIVO

Mercado imobiliário de Manaus comemora crescimento de 12% no primeiro trimestre de 2019

Mesmo com incertezas no programa federal "Minha Casa Minha Vida", principal fonte de fomento ao setor, o consumidor amazonense entrou o ano confiante



setor_C2DA97BD-4F0E-4916-9B3D-2E2E14E02CA9.JPG Foto: Reprodução/Internet
30/04/2019 às 12:43

Os resultados do primeiro trimestre de 2019 para o mercado imobiliário de Manaus foram comemorados por empresários e especialistas do setor, em que houve crescimento de quase 12% comparado com o mesmo período do ano passado. Em pesquisa realizada pela Brain Bureau de Inteligência Corporativa e divulgada na manhã desta terça-feira (30), a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-AM) projetaram novidades para o segundo semestre.

Uma das maiores apreensões do setor era de como o governo federal ia se comportar frente aos subsídios pelo programa Minha Casa Minha Vida – um dos maiores fomentos ao segmento no Estado – e às políticas públicas. A reação positiva do mercado para o presidente da Ademi, Albano Maximo, é uma confirmação para o descolamento de novas incorporações.

“Subsetores de padrão médio e alto, terrenos e casas fora do programa federal de financiamento registraram maior venda, o que mostra a confiança do consumidor no início de temporada. A lei que fortaleceu os distratos também favoreceu a troca comercial e dá ‘norte’ para novas contratações”, comentou.

No primeiro trimestre deste ano, um lançamento de empreendimento residencial do tipo vertical ocorreu com 220 unidades.  No mesmo período de 2018, não houve registro do mesmo número. Ao todo, R$ 34 milhões foram investidos na unidade nos três primeiros meses de 2019. Em vendas residenciais, 574 negociações foram feitas, somando um montante de R$ 120 milhões, sem registros de vendas comerciais.

Para o diretor da Comissão de Indústria e Imobiliária do Sinduscon, Marco Bolognese, a possibilidade de alcançar a meta deste ano, lançada em 32%, sendo o dobro de 2018, é considerável. “Crescermos o tanto deste ano é algo que impulsiona a categoria. No segundo semestre, o mercado será outro e creio que as articulações com as entidades responsáveis para as aquisições de terrenos serão mais consistentes ao setor”, projetou.

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