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Ministério Público afirma que disparos contra promotor não foram motivados por assalto

Órgão montou uma força-tarefa para acompanhar o caso. Paulo Stélio levou três tiros de pistola calibre 380 quando chegava em casa, na Zona Oeste 15/05/2015 às 18:36
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Promotor, por duas vezes, foi candidato na lista tríplice a procurador geral de Justiça do Amazonas
acritica.com Manaus (AM)

Para o subprocurador de Justiça para assuntos administrativos do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), Jefferson Neves de Carvalho, os disparos contra o promotor de Justiça Paulo Stélio Sabbá Guimarães não foram motivados por assalto. Segundo ele, o fato representa um atentado à instituição. “É importante destacar que não foi um assalto, um crime comum, banal”, disse Jefferson Carvalho, ao ressaltar que o MP-AM prestará total assistência ao promotor.

Paulo Stélio foi baleado na tarde dessa sexta-feira (15), por volta das 13h30, quando chegava em casa, no Condomínio Itaporanga 2, bairro Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

Três tiros de pistola calibre 380 foram disparados contra o promotor. Dois homens ainda não identificados, que utilizavam uma motocicleta também de modelo e placas, ainda, não identificadas foram responsáveis pelos disparos. Um dos tiros atingiu Paulo Stélio na região da clavícula esquerda.

O MP-AM montou uma força tarefa formada por cinco promotores de Justiça para acompanhar as investigações sobre os autores e as motivações dos disparos.

O procurador-geral de Justiça em exercício, Pedro Bezerra, disse que a instituição está “atenta e empenhada para encontrar os autores deste ato covarde”. “Não adianta atingir um ou outro membro do Ministério Público, pois toda a instituição se mobilizará para acompanhar as investigações! Não vamos sossegar um só instante. Não haverá trégua!”, declarou Pedro Bezerra.

O procurador-geral de Justiça, Fábio Monteiro, que está em Porto Velho (RO), onde foi participar da posse do novo procurador-geral de Justiça daquele Estado. Ele disse que o Ministério Público se sente cada vez mais determinado, toda vez que for alvo de ataques, principalmente desta natureza, de um crime contra a vida. “É importante que se diga que o Ministério Público não se curvará. Se fosse para ter medo de combater o crime nós não seríamos promotores de Justiça!”, destacou Fábio Monteiro.

*Com informações da assessoria

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