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Manaus
FÉ E ORAÇÃO

Missa no cemitério São João Batista fecha programação do Dia dos Finados

Arcebispo de Manaus lembrou, durante a celebração, que a morte é o que relembra que todos somos iguais. "Só a caridade e o amor ficam" 02/11/2017 às 18:47 - Atualizado em 02/11/2017 às 19:49
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Movimentação foi intensa ao longo do dia no cemitério São João Batista (Foto; Euzivaldo Queiroz)
Paulo André Nunes Manaus

"A  morte nos lembra que todos somos semelhantes".  A mensagem é do arcebispo de Manaus, Dom Sérgio Castriani, durante a tradicional Missa de Comemoração dos Fieis Defuntos, realizada na noite desta quinta-feira, no cemitério São João Batista, em alusão ao Dia dos Finados.

Centenas de fieis, que estavam no lugar para homenagear seus entes queridos, aproveitaram para participar da celebração religiosa, que encerrou a programação preparada para a data este ano.

Uma das curiosidades da celebração é que a cor litúrgica utilizada é o roxo, que predomina nas vestimentas dos religiosos e organizadores presentes.

(Foto: Evandro Seixas)

"Hoje é um dia de uma saudade tranquila, de um luto vencido. É com todo amor a Igreja celebra a comunhão dos Santos, a comunhão entre nós. Jesus disse que nem a morte pode nos separar. A morte nos iguala a todos e lembra que todos somos iguais, semelhantes. Só a caridade e o amor ficam. Jesus ressuscitou do mundo dos mortos", pregou dom Castriani em seu sermão.

Para o técnico de Contabilidade Manuel de Jesus, 58, a celebração é o "momento de relembrar aquelas pessoas que se foram e que mais nós amamos em nossa vida". Segundo ele, "a missa também representa a ceia do Senhor e é um momento de elevarmos todos os nossos pensamentos para Deus pedindo que ilumine a todos nós; nossa nação está precisando".

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