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Manaus
PERDA

Morre aos 68 anos Alfredo Sade, ex-diretor de redação de A Crítica

O advogado faleceu na noite de ontem no Hospital Porto Dias, em Belém. Ele sofria de uma fibrose pulmonar e estava internado desde o dia 5 de maio 23/05/2017 às 18:09 - Atualizado em 23/05/2017 às 18:34
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(Foto: Divulgação)
acritica.com Manaus (AM)

O ex-diretor de redação do A Crítica, Alfredo Antônio Goulart Sade, 68, faleceu na noite de segunda-feira (22), no Hospital Porto Dias, localizado no município de Belém, Pará. O advogado sofria de fibrose pulmonar e estava internado desde o dia 5 de maio. Alfredo deixa três filhos e uma esposa.

Além de trabalhar na Rede Calderaro de Comunicação (RCC) na redação e no setor jurídico, Sade foi procurador de Justiça no Pará, professor do curso de Direito da Universidade Federal do Amazonas (Ufam),  prefeito nomeado do município de Benjamim Constant e diretor fundiário do Instituto Nacional da Colonização e Reforma Agrária (Incra-AM).

O amigo do advogado, Vander Góes, comenta sobre o agravamento inesperado da doença que Alfredo sofria. “Ele convivia com essa doença e controlava com remédios. Mas de duas semanas para cá, a doença agravou muito. Ele chegou ao hospital e o médico pediu a internação. Ficou em um apartamento durante uns dias e depois foi para UTI. De lá, não voltou mais”, comentou.

Vander também lamenta a perda do amigo, que foi morar em Belém depois de ser aprovado no concurso da Procuradoria do Estado do Pará. “Ele era um cara muito envolvido com as questões referente ao Amazonas. Mesmo morando em Belém, nunca deixou de amar Manaus. É uma perda imensa, porque em um momento de tantas denúncias que estamos vivendo, ele vivia do próprio salário. Era honesto, humilde e crítico com os assuntos”, disse.

O advogado foi velado no município de Belém. Na quinta-feira (25), o corpo será encaminhado para a cremação. “Ele tinha muito amor pela família dele e pela família Calderaro. Deixou muitos amigos em Manaus, pois aqui era o mundo dele. A área jurídica perde um homem ético”, afirmou.

O filho mais velho de Alfredo, Roberto Sade, ressalta que a sua família vai permanecer unida após a morte do pai. “A família vai continuar unida. O sentimento é de manter a vida como ela está. Seguindo os ensinamentos do meu pai. Foi sempre isso que ele quis para nós”, comentou. “Ele trabalhou muitos anos com a família Calderaro. Mesmo quando veio para Belém continuou sendo articulista. Era algo que ele sempre gostou muito de fazer”, completou.

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