Sábado, 20 de Abril de 2019
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ZONA OESTE

Mototaxistas, motoristas e caminhoneiros pedem intervenção militar em protesto

A proposta era reivindicar o reajuste no preço do combustível, mas o protesto tomou outra forma, em tom bem mais político


28/05/2018 às 19:45

Ao som do hino nacional brasileiro, centenas de mototaxistas, motoristas de aplicativos de transporte e de caminhões interromperam seus serviços para protestar nesta segunda-feira (28). A maior concentração aconteceu em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA), na Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

 As classes, que se uniram para o movimento, pedem a saída do presidente Michel Temer e a intervenção militar no País.

A proposta era reivindicar o reajuste no preço do combustível, onde é pedida uma redução da cobrança atual de 25% para 10% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na distribuição. Mas o protesto tomou outra forma, em tom bem mais político.

“O povo brasileiro não tem que pagar a dívida do Brasil. O povo tem que se unir. O povo tem que entender que é a força. Estamos parados desde domingo passado. Pedimos, principalmente, a intervenção militar. Eles estão do nosso lado. Eles precisam assumir essa situação”, afirmou José Rodrigues, do Sindicato dos Caminhoneiros.

Anderson Souza, do Sindicato dos Profissionais Mototaxistas de Manaus (Sindmoto), endossou o coro em prol da intervenção como forma de resolução para atual crise.

“É um ato democrático em prol da melhoria de vida. Nossa categoria não pode ficar parada. Não consigo enxergar outra maneira de ajudar nossa cidade e família. Não é só a redução do combustível, por isso estamos aqui. Por tudo de errado no Brasil. Intervenção é a saída”.

O protesto teve início na Praça da Saudade, no Centro de Manaus. O grupo seguiu caminho pela Av. Djalma Batista, passou pelo Posto 700, e se direcionou para o bairro o CMA.

A organização oficial anunciou, no início da tarde, que entregaria um ofício na sede do Governo do Amazonas, requerendo o ajuste. Com o atraso na carreata, que se consolidou no CMA, os responsáveis não chegaram à Sede do Governo, que encerra expediente às 17h.

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