Quinta-feira, 22 de Outubro de 2020
Manaus

Muraki afirma não ter relação com empresa acusada de emitir notas fiscais frias

"Durante o tempo de vigência do contrato entre UEA e a fundação [...], a Muraki teve como responsabilidade efetuar os pagamentos pelos serviços prestados pela empresa Jobast Produções"



1.jpg Se ocorreu alguma relação fraudulenta, com emissão de notas fiscais frias entre, especificamente, as empresas Jobast e a Comunicação Sol, tal fato se deu em completo desconhecimento e da impossibilidade de constatação pela UEA e pela Fundação Muraki
23/10/2012 às 16:19

A Fundação Muraki divulgou nota, na noite de ontem (23/10), afirmando que nunca manteve qualquer relação com a empresa Comunicação Sol Ltda. Ela é investigada pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de fornecimento de notas fiscais frias em contratos com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), cujos valores eram pagos pela Muraki, com verba do governo do Estado.

De acordo com a nota, “durante o tempo de vigência do contrato entre UEA e a fundação, cujo objeto foi o apoio logístico e financeiro para os projetos Aprovar e Proformar, a Muraki teve como responsabilidade efetuar os pagamentos pelos serviços prestados pela empresa Jobast Produções Cinematográficas Ltda., em notas previamente atestadas pela UEA, sempre em conformidade com as condições contratuais”.



O contrato com a Jobast, por sua vez, ocorreu dentro da legalidade, por meio de licitação, informa a nota. “Se ocorreu alguma relação fraudulenta, com emissão de notas fiscais frias entre, especificamente, as empresas Jobast e a Comunicação Sol, tal fato se deu em completo desconhecimento e da impossibilidade de constatação pela UEA e pela Fundação Muraki”, garante. 

Os registros contábeis da Muraki foram entregues à Polícia Federal, que têm como lastro toda a movimentação bancária da Fundação, “sendo que não foram detectados quaisquer indicativos da existência de notas fiscais emitidas pela Comunicação Sol à Fundação Muraki”.

Sobre os repasses feitos à fundação, a mesma esclarece que “os recursos repassados à Fundação visam atender as demandas de cada projeto. Portanto, este dinheiro não é da Muraki, mas dos projetos para os quais ela tenha sido contratada”.



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