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Nacional joga próxima fase da Copa do Brasil no Sesi e ingressos estarão mais caros

Os diretores do Nacional não têm preferência em fazer a primeira ou a segunda partida no Sesi. A preocupação dos cartolas nacionalinos é outra. Ela atende por um nome abominável em grandes eventos: cambistas 26/07/2013 às 08:04
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A certeza de que enfrentará um grande clube na próxima fase da Copa do Brasil gerou opiniões diferentes de dirigentes, comissão técnica e jogadores
André Viana Manaus, AM

A CBF divulgou ontem o chaveamento das oitavas de final da Copa do Brasil. O Nacional ficou na chave 1, junto com o Luverdense-MT, Salgueiro, Goiás, Botafogo, Cruzeiro, Atlético-PR e Santos. Desta forma ele enfrentará, nos dias 22 e 29 de agosto, um dos clubes da chave 2, composta por; Flamengo, Vasco, Fluminense, Corinthians, Palmeiras, Internacional, Grêmio e Atlético-MG. A definição do adversário do Leão da Vila Municipal só será conhecida no sorteio marcado para o dia 6 de agosto. Assim como a ordem dos confrontos (se a primeira partida será em casa ou fora). Mas três coisas estão garantidas: a partida será no Sesi, o estádio receberá lotação máxima e o preço dos ingressos sofrerão reajustes.

“Ainda não há uma definição sobre os valores que serão cobrados para este jogo. Isso será uma decisão tomada pelo colegiado dos diretores, mas é certo que será superior ao que cobramos contra a Ponte Preta, que foi de R$ 30 para a inteira e R$ 15 para a meia-entrada”, adiantou o diretor de futebol Manoel dos Chagas Neto, o Maneca.

Ontem a diretoria do Nacional afirmou que a única coisa que não será alterada em relação ao jogo contra a Ponte Preta é a carga de ingressos. As especulações de que uma arquibancada móvel seria erguida atrás do gol localizado na parte de acesso as arquibancadas foi descartado. “A CBF não permite que esse tipo de recurso para aumentar a capacidade do estádio seja utilizado”, explicou o diretor-executivo Cláudio Silva. Outra preocupação pertinente da torcida nacionalina em relação a incapacidade do Sesi acomodar um jogo da fase de oitavas foi esclarecida pelo diretor. “O artigo 21 do regulamento da Copa do Brasil diz que até as quartas de final não existe capacidade mínima para que um estádio receba os jogos. Somente nas semifinais e na final é que ele tem que comportar, no mínimo, 15 mil pessoas. Então estamos tranquilos, vamos jogar no Sesi, que será o nosso caldeirão. Independentemente se o nosso adversário for times que possuem grandes torcidas aqui em Manaus, como Flamengo, Vasco e Corinthians”, afirmou Cláudio Silva.

Os diretores do Nacional não têm preferência em fazer a primeira ou a segunda partida no Sesi. A preocupação dos cartolas nacionalinos é outra. Ela atende por um nome abominável em grandes eventos: cambistas. “Temos que pensar em uma fórmula de evitar que aconteça o que vimos no jogo contra a Ponte. É prejuízo pra o clube e para o torcedor”, destacou Maneca.

O que eles querem?

A certeza de que enfrentará um grande clube na próxima fase da Copa do Brasil gerou opiniões diferentes de dirigentes, comissão técnica e jogadores. Embora todos garantam que não há preferência, ninguém se omitiu em falar sobre qual “gigante” torce para ser o adversário do Leão. “O melhor seria um clube carioca. Não é segredo que estes clubes contam com grande torcida aqui, principalmente Flamengo e Vasco. O Fluminense é o atual campeão brasileiro e, se não tem a torcida tão numerosa como a de Fla e Vasco, faria com que os torcedores destes se unisse a nossa. Mas jogar contra os dois últimos campeões da Libertadores, Atlético-MG e Corinthians, também teria muito apelo. E o Corinthians tem muita torcida aqui também”, disse o diretor de futebol, Maneca.

O volante Roberto Dinamite não esconde ter simpatia pelo Vasco, mas diz que tecnicamente o clube carioca e o Palmeiras são os mais fracos tecnicamente. “Acho que teríamos mais chance de avançar se pegarmos o Vasco ou Palmeiras”, analisou.

Já o técnico Aderbal Lana pensa tem outra opinião. “Os mais complicados são Palmeiras, Inter e Grêmio. O Palmeiras porque os jogadores estão buscando afirmação e os gaúchos por serem times mais duros na marcação e com tradição em torneios mata-mata”, explicou.

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