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Nome no novo reitor da Ufam será divulgado nesta quinta (28)

Aproximadamente 35 mil eleitores escolheram, nas urnas, quem vai gerir a mais antiga universidade do Brasil até 2017 28/03/2013 às 07:56
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As votações para eleição de reitor transcorreram de forma tranquila
Joelma Muniz e Ana Celia Ossame ---

Alunos, professores e técnicos administrativos da Universidade Federal do Amazonas participaram nesta quarta-feira (27), da eleição para escolha do novo reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que transcorreu de forma tranquila na capital e no interior do Estado, sem registros de anormalidades. O anúncio do nome eleito para a reitoria da instituição, no entanto, ficou para esta quinta-feira (28).

Estavam aptos a votar 30.540 estudantes, entre as unidades da capital e do interior, 2.151 professores e 2.260 técnicos administrativos. A expectativa é que pleito reúna aproximadamente 35 mil pessoas em Manaus e nas cinco unidades acadêmicas da Ufam no interior.

Muitos compareceram às urnas usando adesivos e camisas com os números de seus candidatos favoritos. Cartazes e faixas também podiam ser vistos nos locais de votação. A eleição vai escolher o reitor que vai gerir a instituição no período de 2013 a 2017.

Três chapas disputam a gestão de uma das maiores universidades públicas do Amazonas e a primeira do Brasil, e terão nas “mãos” um orçamento que, no primeiro ano de mandato, gira em torno de R$ 400 milhões. A pesquisadora e atual reitora, Márcia Perales, tenta a reeleição contra o pleito do diretor licenciado da Faculdade de Estudos Sociais, Sylvio Puga, e do professor da Faculdade de Ciências Agrárias, Henrique Pereira.

Desafios

O novo reitor da Ufam, que só deve ser conhecido hoje, terá entre os desafios da gestão negociar uma lista de reivindicações elaborada pela Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua), que giraram em torno de questões administrativas, gestão de pessoal, responsabilidade social da universidade e, principalmente, condições de trabalho.

Na área administrativa, os profissionais querem mais “democratização do planejamento orçamentário” na capital e nas unidades do interior, além de um sistema de prestação de contas mais transparente e a construção de creches para as mães docentes, técnicas e discentes.

Entre os alunos, reivindicações como melhorias na infraestrutura, reposição de professores e mais projetos de pesquisa e intercâmbio são unânimes.

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