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Novo modelo para os mototáxis inclui chip de monitoramento e GPS

A motocicleta terá que apresentar equipamentos obrigatórios, tais como, antena corta pipa e protetor de perna 09/11/2013 às 18:44
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A proposta é de que a moto seja pintada nas cores laranja e verde e o motociclista tenha capacetes diferenciados
Florêncio Mesquita Manaus (AM)

O novo modelo padronizado de motocicleta que será usada no serviço de mototaxi regulamentado em Manaus está pronto para ganhar as ruas. Ele terá de itens físicos de segurança até chip para monitoramento e localização via GPS, além de motocímetro com tarifa mínima sugerida de R$ 3, acrescida de R$ 1 por quilômetro rodado. Contudo, depois de dez anos de polêmica até o serviço ser regulamentado na capital, a população se pergunta como serão tratadas questões de higiene, segurança no transporte e como reconhecer os 3.296 profissionais legalizados, em meio à atuação de piratas.

As vésperas da Prefeitura de Manaus finalizar o edital de licitação para a escolha dos concessionários, A CRÍTICA responde as questões e adianta o novo modelo. O veículo terá de 125 a 300 cilindradas com cores únicas em laranja e verde. A predominância é da cor laranja do paralama dianteiro até a traseira da motocicleta, e apenas o tanque na cor verde.

Para ajudar o usuário a identificar o veículo legalizado, a motocicleta terá placa vermelha fornecida pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM) e trará nas laterais a sigla MT (de mototaxi) com o número de registro de 01 a 3.296 fornecido pela Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU). Também na aba lateral, haverá o número 118, telefone padrão da SMTU para denúncia, reclamação ou sugestão. No tanque, o usuário ainda poderá identificar à cooperativa ou associação a qual pertence o mototaxista por meio de um adesivo.

A motocicleta terá que apresentar equipamentos obrigatórios, tais como, antena corta pipa e protetor de perna. O mototaxista usará um colete com três faixas refletivas na frente atrás e alças nas laterais onde o passageiro poderá segurar.

Higiene

Os capacetes terão as mesmas cores da motocicleta em verde e laranja. Cada motocicleta terá o condutor titular e um reserva. Eles não poderão usar o mesmo capacete porque questões de higiene e saúde. Por isso, o titular terá o capacete identificado com a letra A, e o auxiliar com o B. Estratégia que também servirá para saber quem está conduzindo o veículo. Os passageiros receberão uma touca descartável antes de subir no veículo. Ela deve ser descartada ao final da viagem.

O capacete do passageiro será diferente do mototaxista. A parte do queixo, geralmente revestida com espuma, será transparente.

Mais informações na versão impressa do jornal A CRÍTICA deste domingo (10)

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