Quinta-feira, 27 de Junho de 2019
LOJA

OAB-AM estuda cancelamento de registro de advogada detida por furto

A advogada é suspeita de furtar diversos cosméticos de uma loja, totalizando o valor de R$ 297. Ela foi conduzida para o 12º DIP



oab_C1CD576B-B1F9-4E50-BFA2-4129065F6BB6.jpg Foto: Arquivo AC
19/05/2019 às 11:42

A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional do Amazonas (OAB-AM) estuda suspender Ester Ribeiro Pacheco dos quadros da Ordem e cancelar a inscrição dela na instituição. A advogada foi detida por furto nesse sábado (18), em um centro comercial de compras de Manaus. O caso aconteceu às 18h34, segundo registros policiais.

Segundo um Boletim de Ocorrência (B.O) registrado no 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP), uma guarnição da Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de furto, ocorrida na loja Comepi, localizada no Manauara Shopping.

De acordo com um segurança do estabelecimento, a mulher furtou diversos cosméticos do local, totalizando o valor de R$ 297.

Por meio de nota divulgada na manhã deste domingo (19), a própria OAB-AM sustentou e detalhou o caso, afirmando que a jovem “encontra-se exercendo cargo incompatível com a advocacia”. Ela é funcionária do Tribunal de Justiça do Amazonas, o que é incompatível com o exercício da advocacia e passível de sanção, dependendo do cargo exercido por ela no TJ-AM.  O órgão também lamentou o ocorrido e destacou que “espera que a mesma possa exercer todas as garantias constitucionais de ampla defesa”.

Confira a íntegra da nota:

Sobre o episódio envolvendo a jovem Ester Ribeiro Pacheco, detida por furto ocorrido no dia 18 de maio de 2019 em um centro comercial de compras em Manaus, a Ordem dos Advogados do Brasil seccional Amazonas (OAB-AM) informa que a mesma possui inscrição na seccional do Amazonas e por considerar que a jovem encontra-se exercendo cargo incompatível com a advocacia,  Ester deverá ser suspensa dos quadros da Ordem ou ter sua inscrição cancelada, a depender da natureza do cargo que ocupa junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM).  A OAB-AM lamenta o ocorrido e espera que a mesma possa exercer todas as garantias constitucionais de ampla defesa.  Manaus, 19 de maio de 2019  Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional do Amazonas

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