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Paciente psiquiátrico se finge de morto em frente ao FCecon apenas para pedir comida e banho

Uma equipe da ala de emergência do FCecon foi socorrê-lo e o encaminharam para ser examinado tanto pelo médico da urgência como também por uma psicóloga, quando diagnosticaram que ele se tratava em ser um paciente Centro Psiquiátrico Eduardo Ribeiro 18/11/2015 às 15:10
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Paciente ficou imóvel, deitado na grama em frente à Fundação, até uma equipe médica atendê-lo e entender o que estava acontecendo
isabelle valois Manaus (AM)

Um homem das inicias M.R.S. de 50 anos, que segundo informações iniciais havia supostamente passado mal em frente a Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCecon), Planalto,na  Zona Centro-Oeste de Manaus, no fim da manhã desta quarta-feira (18), se tratava de um paciente psiquiatra de uma das unidades do Centro de Atenção Psicossocial (CAPs) e usou da ação - que levou várias pessoas a pensarem que estava morto - para pedir um prato de comida, além de um banho quente.

A babá Erika Lopes,21, que aguardava a mãe na recepção do FCecon, contou que viu o M.R.S. na recepção segurando duas sacolas. “Depois o vi saindo do hospital e realmente parecia que iria desmaiar. Foi quando ele caiu na grama e ficou puxando a respiração. Dez minutos depois, uma equipe de enfermeiros foi ao encontro do rapaz, o colocaram em uma maca e não sabemos mais o que aconteceu. Ele estava com algo no braço e quando caiu na grama, uma toalha que segurava ficou encobrindo a boca”, contou.

De acordo com a assessoria do FCecon, M.R.S. estava com um elástico no braço esquerdo, igual o utilizado para realizar exames de sangue e aplicação de medicamento. Ele se jogou na grama da unidade como se estivesse desmaiado. De imediato, uma equipe de enfermeiros da ala de emergência do FCecon foi socorrê-lo, e após colocarem em uma maca estarem dentro do hospital, ele revelou que não estava passando mal, porém gostaria de tomar um banho de água quente e comer algo.


Logo em seguida, M.R.S. foi examinado tanto pelo médico da urgência como também por uma psicóloga, quando diagnosticaram que ele se tratava em ser um paciente psiquiatra. A FCecon manteve M.R.S. em uma área isolada do hospital e acionou a direção do Centro Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, para resolver a situação. Várias pessoas, que passavam pelo local e viram a situação, se assustaram com a cena, crentes que o rapaz tinha falecido.


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