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Padaria atingida por incêndio de grandes proporções começa a ser reformada em Manaus

Filho de proprietário não revelou valor de prejuízo e afirma que estabelecimento não tem previsão para reabrir. Laudo sobre causas deve ser concluído em 30 dias 05/01/2015 às 18:25
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Terceiro pavimento foi totalmente destruído pelas chamas
OSWALDO NETO Manaus (AM)

Dois dias após um incêndio ter destruído parte da padaria Conde do Pão, localizada no bairro Dom Pedro, Zona Centro-Oeste, as obras de restauração do terceiro andar atingido pelas chamas iniciaram ontem. O prédio continua interditado e segundo os donos, o estabelecimento não tem previsão para voltar a funcionar. O caso ocorreu no último sábado (3) e não deixou vítimas.

De acordo com o filho de um dos proprietários, André Conde, o local é a matriz das cinco padarias espalhadas pela capital. A área de 440 m² consumida pelas chamas funcionava como um depósito onde ficavam todos os produtos que abasteciam as panificadoras. Conforme André, o objetivo é reabrir o local imediatamente.

“Estamos tentando agir da maneira mais natural possível. Iremos tirar todo o material que ficou, remover o telhado e instalar uma rede elétrica nova”, explicou André, que não quis divulgar o valor total do prejuízo. André ainda informou que a Polícia Civil realizou perícia no local durante a manhã a fim de identificar as causas do incêndio.

De acordo com a PC, a hipótese de queima de material inflamável só será confirmada após o laudo definitivo da perícia, que deve ser concluído em 30 dias. A área continua interditada para a circulação de moradores.

Entenda o caso

A panificadora Conde do Pão localizada no bairro Dom Pedro, na Zona Centro-Oeste de Manaus, foi atingida por um incêndio de grandes proporções no início da tarde de sábado (3). As chamas se propagaram sem controle pelo terceiro pavimento do estabelecimento, só sendo contidas por volta das 14h40 pelo Corpo de Bombeiros. Ninguém ficou ferido, mas o último piso do imóvel ficou destruído.

O principal foco do sinistro foi justamente no último andar do imóvel, onde funcionava uma confeitaria e que também servia como déposito para documentos e embalagens. Segundo funcionários, a panificadora foi completamente reformada há aproximadamente um ano. O estabelecimento possuía extintores de incêndio espalhados pelos departamentos.

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