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Para ministro, região Norte é uma das principais preocupações quanto à procriação do Aedes

Ministro-Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ricardo Berzoini esteve em Manaus para o lançamento da megaoperação de combate ao mosquito transmissor da dengue e Zika, que mobiliza mais de 11 mil militares e agentes de saúde por toda a capital 13/02/2016 às 11:24
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Militares e agentes em ação contra o Aedes aegypti
isabelle valois Manaus (AM)

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Mais de 11,2 mil pessoas, entre militares e agentes de saúde do Estado e município participam na manhã deste sábado (13) da megaoperação de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e Zika vírus. A abertura oficial de mobilização, que aconteceu na Vila Olímpica de Manaus, Zona Centro-Oeste da capital, contou com a presença do Ministro-Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ricardo Berzoini, além do governador José Melo (Pros), do prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB) e do senador Omar Aziz (PSD).

São mais de 72 mil imóveis que serão visitados na capital, com um trabalho de verificação de focos e orientação para a população. De acordo com o Ministro-Chefe, Ricardo Berzoini todos precisam ser vigilantes para evitar a procriação do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e Zika vírus.


"Estamos todos juntos no combate da procriação do mosquito, mas a sociedade precisa também fazer a sua parte. Nosso trabalho é 99% do combate, agora se 1% não fizer, podemos colocar em risco por essa pequena parcela", informou o ministro.

De acordo com Berzoini, a região Norte é também uma das principais preocupações na procriação do mosquito. "Precisamos relembrar que o mosquito atua em regiões urbanizadas. É um mosquito que vive dentro de casa, em local com arejado, onde tenha sombra e água. Então, ele pode está se reproduzindo e vivendo dentro da caixa d'Água ou em qualquer lugar onde tenha água parada, por isso da necessidade da conscientização de todos", orientou.


Berzoini disse que a orientação é combater o mosquito, mas na presença de qualquer um dos sintomas, o indivíduo precisa procurar o posto de saúde mais próximo de casa. "Há os relatos de outros meios de transmissão, mas por enquanto o principal é o combate ao aedes, mas vale lembrar que ao sentir qualquer sintoma, a pessoa precisa procurar uma unidade de saúde mais próxima, pois todos estão preparados para realizar os procedimentos cabíveis", reforçou. 

A ação segue durante todo dia. Cada equipe de agentes do combate tem a missão de visitar pelo menos 15 casas.

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