Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020
TRANSPORTE COLETIVO

Paralisação de motoristas da Eucatur chega ao fim e ônibus voltam a circular

A informação foi divulgada pela Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU). A paralisação, motivada por atrasos salariais, iniciou às 15h15 desta quarta-feira (21)



_nibus_90920B33-92EA-48E1-A23A-7558090EC238.JPG Foto: Junio Matos/Divulgação
21/11/2018 às 17:41

A paralisação de advertência de motoristas e cobradores da empresa Eucatur foi encerrada e os ônibus que estavam parados no Terminal 1 (T1) voltaram a circular nesta quarta-feira (21), por volta das 17h, segundo a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU). Apesar do fim, o transtorno ainda é grande para quem está tentando voltar para casa. O ato começou por volta de 15h15, no T1, sendo motivado por conta de atrasos salariais. 

O agente de portaria Elton Ramos, 42, está desde as 15h no T1 e não sabe que horas vai sair do local. “Não temos dinheiro para pegar táxi ou Uber, então temos que esperar eles (rodoviários) retornarem”, lamentou. 



A diarista Conceição Pereira, 42, é outra que não sabe que horas vai chegar em casa. “Pararam tudo e nem avisaram. Agora ficamos aqui, ilhados, a mercê da boa vontade deles (rodoviários) voltarem a trabalhar. Isso é um absurdo”, comentou.

Para a autônoma Luzia Guimarães, 31, a paralisação é uma afronta aos usuários. “Nós não temos culpa deles (rodoviários) não receberem. Não temos nada a ver com essa briga entre trabalhadores, empresários e Prefeitura. Mas somos os únicos prejudicados. Isso não é justo. Não merecemos ser tratados dessa maneira”, afirmou. 

As paradas de ônibus ao longo das avenidas Epaminondas, Floriano Peixoto e Getúlio Vargas estão lotadas de usuários do transporte coletivo. 


Mais de Acritica.com

20 Jan
trans_8C3DB8BB-BCF9-43E8-B068-3BED79D3DBF5.JPG

Mutirão retifica nomes e assegura identidade de travestis e transsexuais

20/01/2020 às 20:27

Como o procedimento feito diretamente no cartório não é tão simples (a lista de documentos exigidos é extensa) e nem sempre é barato (custa em média entre R$350 a R$ 400), a ação visa não somente facilitar a vida das pessoas transexuais que desejam alterar o nome e gênero de registro em sua documentação de nascimento, como também vai acompanhar e custear a certidão de tabelionato de protestos


Sobre Portal A Crítica

No Portal A Crítica, você encontra as últimas notícias do Amazonas, colunistas exclusivos, esportes, entretenimento, interior, economia, política, cultura e mais.