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Paralisação nacional é articulada em Manaus

De acordo com o presidente da Força Sindical, Vicente Filizola, cerca de 250 sindicatos farão parte da manifestação marcada para o próximo dia 11. Entre as pautas estão a redução da jornada de trabalho, valorização dos aposentados, destinação do 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação e contra o Projeto de Lei da terceirização 04/07/2013 às 12:29
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Cerca de 300 mil pessoas participaram de passeata em Manaus
Olivia de Almeida e Gabriele Bessa Manaus

Diversos sindicatos, centrais sindicais e associações de trabalhadores deverão aderir a Greve Nacional que será realizada nesta quinta-feira, 11. Entre as bandeiras levantadas por eles está a redução da jornada de trabalho, valorização dos aposentados, destinação do 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação e contra o Projeto de Lei da terceirização.

Nenhuma categoria irá paralisar totalmente as suas atividades e, segundo a presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil no Amazonas (CTB-AM), Isis Tavares, as Centrais estão mobilizando os movimentos sociais e sindicais no Estado para participarem do ato que ocorrerá simultaneamente em todo o País. "Vamos a rua mostrar a sociedade que temos pautas de reivindicação e os movimentos sindicais estão acordados há bastante tempo lutando por melhorias no nosso País", ressaltou em entrevista coletiva realizada na manhã desta segunda-feira (8), na sede do Sindicato dos Metalúrgicos.

Na quinta-feira serão realizados diversos atos na cidade, como na Bola da Suframa no Distrito Industrial, em frente a Assembleia Legislativa do Amazonas e a tarde mobilização no cruzamento Sete de Setembro com a Eduardo Ribeiro, no Centro, onde serão esperados mais de 10 mil trabalhadores de diversas categorias.

De acordo com o presidente da Força Sindical, Vicente Filizola, cerca de 250 sindicatos farão parte da manifestação.

Em greve

Os fiscais de saúde do Departamento de Vigilância Sanitária (DVisa) entraram em greve na quinta-feira (04),  por tempo indeterminado. Na pauta de reivindicações estão à valorização dos profissionais, a estruturação e aparelhamento do departamento, além da cobrança de uma sede adequada e aumento do número de fiscais para atender a demanda da população.

De acordo com o presidente do sindicato dos bancários do Amazonas, Lindemberg Barbosa dos Santos, a paralisação dos bancos no dia 11 de julho não está confirmada, mas ele também não descartada a idéia. Lindemberg afirma que a categoria será convocada para ir as ruas lutar pelas melhorias do sindicato.

Ainda segundo o presidente, geralmente patrões e empregados se reúnem quatro vezes para debater as cláusulas e as possíveis negociações, se não houver acordo, iniciam o processo de mobilização e greve.

 

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