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Manaus
GREVE GERAL

Paralisação não atinge fábricas do Polo Industrial de Manaus

A maioria das empresas que realizam as rotas para as fábricas desenvolveram suas atividades sem muitos problemas, porém com pouco atraso por conta das retenções dos grevistas 28/04/2017 às 16:38 - Atualizado em 28/04/2017 às 16:38
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(Foto: Arquivo AC)
acritica.com Manaus (AM)

As empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) não sentiram o impacto da paralisação nacional convocada pelas centrais sindicais nesta sexta-feira (28) na capital amazonense. A dificuldade dos industriários para chegar ao trabalho foi provocada pelo bloqueio das principais vias que dão acesso ao bairro Distrito Industrial, na zona Sul, onde estão localizadas as grandes indústrias. A maioria das empresas que realizam as rotas para as fábricas desenvolveram suas atividades sem muitos problemas, porém com pouco atraso por conta das retenções dos grevistas.

O primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), Nelson Azevedo, classificou como lamentável a mobilização nacional das centrais sindicais que muito pouco conseguiu em adesão dos trabalhadores do PIM.

“O país precisa dessas reformas (da Previdência e do Trabalho) urgentemente, elas são necessárias para a economia do Brasil e o que vemos hoje é mais um movimento político, visando fortalecer um determinado partido, do que reivindicações coerentes em prol da estabilidade e credibilidade do país”, avaliou o executivo do segmento metalomecânico do PIM. Segundo Azevedo, pelo menos 80% da sua força de trabalho chegou com atraso, mas não ocorreu nenhum registro de falta por parte da equipe de recursos humanos.

De acordo com o presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, o número dos trabalhares que conseguiu chegar às fábricas foi significativo, alguns não apareceram por impedimento, não por intenção de fazê-lo, ressaltando que nas fábricas fora do Distrito Industrial o comparecimento foi normal.

Segundo informações da Moto Honda da Amazônia, empresa que emprega cerca de 5.500 trabalhadores, todas as rotas composta por mais de 100 ônibus conseguiram chegar à fábrica, mantendo o fluxo de produção com pequenos atrasos. Também foi confirmado dia normal de trabalho na Sony do Brasil, Metalfino, Musashi, Sumidenso, Midea, Technos, Digiboard, entre outras.

*Com informações da assessoria de comunicação.

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