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Manaus
TRANSPORTE

Paralisações de empresas de transporte coletivo têm cunho político, diz Sinetram

O assessor jurídico do Sinetram, Fernando Borges, informou que 80 ônibus deixaram de rodar e 50 mil usurários foram prejudicados 26/07/2017 às 10:50 - Atualizado em 26/07/2017 às 10:56
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Foto: Reprodução/Internet
Álik Menezes Manaus (AM)

Últimas paralisações nas empresas de transporte coletivo têm motivações políticas. A afirmação é do assessor jurídico do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), Fernando Borges.

Segundo Borges, além dos empresários nunca serem notificados sobre as paralisações, os rodoviários não têm motivos para realizar greves. “Os salários estão sendo pagos em dia, não há motivo para paralisação, o que nos leva a crer que há alguma motivação política”, disse.

A última paralisação ocorreu no dia 25 deste mês, na empresa Via Verde, localizada no bairro Lírio do Vale. Segundo Borges, 184 viagens não foram realizadas, 80 ônibus deixaram de rodar e 50 mil usurários foram prejudicados.

O assessor jurídico afirmou que o Sinetram  pedirá a abertura de mais um inquérito na Polícia Federal para investigar os diretores do Sindicato dos Rodoviários, que descumpriram mais uma decisão judicial de não realizarem greves.

O sindicato dos rodoviários já deve R$ 600 mil em multas e agora o valor passa a ser de R$ 1 milhão.

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