Quinta-feira, 22 de Agosto de 2019
Manaus

Pastora Luciana afirma que não foi presa por crime eleitoral: 'Só fui prestar esclarecimento'

Segundo ela, ‘mal-entendido’ ocorreu em uma blitz na Zona Norte de Manaus no domingo de eleição; pastora deve assumir em janeiro o cargo de vereadora na Câmara



1.jpg Pastora deve assumir cargo na Câmara dos Vereadores, vaga que foi deixada por Dr. Gomes (PSD), eleito deputado estadual
07/10/2014 às 11:54

A candidata a deputada estadual Pastora Luciana (PP), 31, que concorreu a uma vaga na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE/AM), esclareceu, nesta segunda-feira (6), que não foi detida pela polícia no último domingo (5), conforme noticiado por A CRÍTICA. “Em nenhum momento fui presa por crime eleitoral”, afirmou.

Segundo ela, o "mal-entendido" ocorreu em uma blitz onde vários carros estavam sendo inspecionados nas proximidades da “Bola do 23”, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus. “O Exército me parou e viu que tinha alguns santinhos na carroceria do carro e 5 cds com testemunhos de alguns projetos meus, que o meu pessoal havia deixado”, sustentou.

“Eu não estava fazendo boca de urna. Fui ao TRE/AM e lá fui informada que a situação não era crime eleitoral, porque eu não estava distribuindo. Aí alguns fotógrafos tiraram a foto e disseram que eu tinha sido detida. Só fui prestar esclarecimento”, explicou.

A ex-candidata prestou esclarecimento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) e em seguida foi liberada. À reportagem, o órgão disse, por meio de assessoria de imprensa, que interrompeu as atividades nesta segunda-feira, logo, não deve ter acesso aos registros.

Pastora Luciana deve assumir em janeiro o cargo de vereadora na Câmara. A vaga será deixada pelo deputado estadual eleito Dr. Gomes (PSD).

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