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Manaus
ABUSO

PC investiga caso de mulher que diz ter sido estuprada e abandonada no T2

A mulher de 23 anos revelou para os familiares que um dos criminosos usava capuz durante os abusos 12/09/2017 às 15:31
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Foto: Arquivo Pessoal
Fábio Oliveira Manaus (AM)

O delegado Demetrius de Queiroz, titular do 8º Distrito Integrado de Polícia (DIP), instaurou inquérito para investigar um possível crime de estupro contra uma mulher de 23 anos. A vítima compareceu na unidade policial, no bairro Compensa, Zona Oeste, na segunda-feira (11) e deu seu primeiro depoimento sobre o caso.

De acordo com o delegado, a vítima relatou que pegou um mototaxista no bairro Compensa com destino ao Dom Pedro, onde trabalhava. Porém, segundo a vítima, no meio do trajeto, o homem parou e em seguida a mulher não se lembra mais de nenhum detalhe. “Ela diz que lembra que o homem parou para ver algo no pneu ou trocar o veículo. Depois apagou e não se lembra mais de nada”, explicou.

O titular do 8º DIP informou que já iniciou os trabalhos de investigação e solicitou o resultado de exame de conjunção carnal realizado no Instituto Médico Legal (IML), que deve ficar pronto em 30 dias. Segundo ele, os possíveis trajetos feitos pelo mototaxista estão sendo levantados pela equipe policial com intuito de tentar identificar a placa do veículo. A vítima relata que foi abusada em uma casa por dois homens.

A mulher de 23 anos foi encontrada no último domingo (10) no Terminal de Integração (T2), na Cachoeirinha, Zona Sul de Manaus, após entrar em contato com uma prima, que imediatamente foi ao local e a resgatou. Ela revelou para os familiares que um dos criminosos usava capuz durante os abusos. No momento em que a encontraram e pediu ajuda de um estranho, que lhe deu um celular para ligar para família.

Mensagem forte

O delegado informou ainda que familiares da vítima entraram em contato com o celular da mulher e que a mesma era ameaçada de morte caso respondesse as mensagens enviadas para o aparelho. “A vítima relata que seus familiares entraram em contato com o celular, mas que ela era ameaçada caso respondesse. Porém ela não menciona se mandaram ou não mensagem”, informou. A equipe de investigação aguarda ainda o resultado do laudo do IML para comprovar se houve estupro ou não.

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