Domingo, 19 de Janeiro de 2020
Manaus

PDT continua em cima do muro em Manaus

Ele explica que, até o momento, a única certeza é quanto ao dia em que ocorrerá a convenção da sigla: 30 de junho, data limite para tal. Sobre a insistência do prefeito Amazonino em afirmar que não concorrerá à reeleição, ele diz que “o assunto ainda não foi esgotado”



1.jpg Amazonino Mendes, prefeito de Manaus, diz que não é pré-candidato à reeleição
28/05/2012 às 16:40

Com um quadro de total indefinição, o PDT, partido do atual prefeito de Manaus, Amazonino Mendes - o qual está apto a disputar a reeleição, mas afirma não ser pré-candidato - continua se mostrando relutante ao falar das “costuras políticas“ a treze dias da data a partir da qual será permitida a realização de convenções partidárias, conforme o calendário eleitoral estipulado pela Resolução nº 23.341/2011, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Contudo, o secretário-geral da legenda, Dermilson Chagas, afirma que até o dia 15 novidades devem saciar a curiosidade dos aliados e adversários políticos.

Ele explica que, até o momento, a única certeza é quanto ao dia em que ocorrerá a convenção da sigla: 30 de junho, data limite para tal. Sobre a insistência do prefeito Amazonino em afirmar que não concorrerá à reeleição, ele diz que “o assunto ainda não foi esgotado”.



No entanto, a legenda trabalha, no momento, para fortalecer a base na Câmara Municipal de Manaus (CMM), que hoje possui seis vereadores filiados – Dr.Denis Almeida, Francisco da Jornada, Gilmar Nascimento, Luiz Alberto Carijó, Marise Mendes e Wilton Lira-, e aumentar de 28 para 100 o número de vereadores no interior, um plano ousado que inclui, ainda, o lançamento de 30 pré-candidatos às prefeituras. Hoje, a legenda possui dois vice-prefeitos (em Alvarães e em Parintins) e nenhum prefeito.

A exemplo do PP, e com o objetivo de atrair a simpatia do governo federal, o PDT quer investir na candidatura feminina, de modo a eleger o maior número possível de mulheres tanto para as câmaras como para as prefeituras.

A medida visa regionalizar a supremacia feminina já latente no alto escalão do governo federal, que possui na lista nada menos que a presidente da República e oito ministras nomeadas por ela: Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Ana Maria Buarque de Holanda (Cultura), Tereza Campello (Desenvolvimento), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), Miriam Belchior (Planejamento), Helena Chagas (Comunicação Social), Maria do Rosário Nunes (Direitos Humanos), Luiza Helena de Bairros (Promoção da Igualdade Racial), Eleonora Manicucci (Política para as Mulheres) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais).



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