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Pista de acesso à Ufam já tem buracos e falhas que prejudicam trânsito de Manaus

A obra é uma medida compensatória, paga por empresas privadas e ficou sob a responsabilidade do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) 02/04/2013 às 11:21
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Com pouco mais de um mês de uso efetivo, pista do novo acesso à Ufam está com buracos e meio fio arrebentado
acritica.com ---

Entregue à população há pouco mais de um mês, o novo acesso viário para a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), na avenida General Rodrigo Otávio, já apresenta rachaduras e buracos no asfalto. Pedaços da pavimentação podem ser encontrados na grama do canteiro central da avenida, que se desfazem facilmente quando pressionados. 

A obra é uma medida compensatória, paga por empresas privadas, com custo de R$ R$ 424.830,27 e ficou sob a responsabilidade do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb). Os estragos são observados principalmente no sentido Complexo Viário Gilberto Mestrinho-Japiim, Zona Sul.

Para a técnica em patologia, Juliana Varsóvia, que mora no Japiim e pega ônibus em frente à Ufam todos os dias, a obra foi “mal feita”. “Eu não sou engenheira e não entendo de pavimentação, mas dá pra perceber que além do asfalto não ser muito bom, o terreno não foi bem preparado”. Segundo Juliana, esta é segunda vez que o asfalto do local se rompe, depois da obra ter sido entregue.

O estudante de Física, Paulo Vítor, 19, concorda, que passa pelo local todos os dias, concorda com a qualidade do serviço prestado. “Trata-se de um serviço de pequeno porte e que acabou demorando muito tempo para ser concluído e ainda por cima, mau-feito”. O universitário de Ciências da Computação, Diego Silva, 20, concorda: “Se você uma obra bem executada, não importaria chuva nem intensidade de tráfego, não deveria estragar”.

A construção do novo acesso viário para a Ufam teve início no dia 6 de novembro do ano passado, com auxílio do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), e estava previsto para ser entregue em 30 dias, mas acabou sendo adiada por duas vezes: uma para o final de 2012 e a outra para 25 de fevereiro. No entanto, no dia 21, a Prefeitura antecipou o funcionamento pegando muitos motoristas de surpresa.   O primeiro adiamento da obra ocorreu por conta de um problema com uma tubulação da concessionária de água, Manaus Ambiental, segundo informações do Implurb, na época.

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