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Pistoleiro com HIV consegue na justiça direito de cumprir prisão domiciliar

A justiça determinou que o traficante e pistoleiro, conhecido como ‘Mano G’, precisa de cuidados médicos e deve cumprir pena em casa 18/03/2015 às 20:56
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“Mano G” deixou o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), no Km 8 da BR 174 no domingo
Joana Queiroz ---

 O traficante e pistoleiro Gregório da Graça Alves, o “Mano G”, ou “Mano Greg”, teve a prisão preventiva transformada em prisão domiciliar pela desembargadora Encarnação das Graças Sampaio Salgado, atendendo a representação da defesa do preso que alegou que ele é portador do vírus HIV e hepatite, e precisa de cuidados médicos. Mano G é réu primário, tem bons antecedentes, ocupação lícita e residência fixa.

Mano G  deixou a cadeia, Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), no Km 8 da BR 174 no domingo. Junto com a liberação do preso a desembargadora determinou que ele fosse monitorado por meio de tornozeleira eletrônica. Junto com o pedido a defesa de Mano G anexou aos autos um atestado assinado pelo médico do Sistema Único de Saúde (SUS) Almero de Souza Pinto Filho dizendo que o traficante tem o vírus HIV.

 

De acordo com os autos, o estado de saúde de Mano G é grave. Atualmente ele vive usando fraldas e está sofrendo constrangimento devido ao excesso de prazo. Ele está há mais de dois anos preso e aguardando julgamento.

Mano G é conhecido da polícia por ser integrante da facção criminosa Família do Norte (FDN), parceiro do traficante e pistoleiro Alan Cartimário, o “Nanico”, e também por ser sobrinho e provável sucessor do narcotraficante Antônio Mota da Graça o “Curica”.

Mano G estava preso desde dezembro de 2012  quando foi flagrado por policiais da Secretaria Executiva Adjunta de Inteligência (Seai) em uma casa localizada no conjunto residencial Jardim de Versalhes, bairro Planalto, junto com Nanico. Com eles a polícia apreendeu um arsenal de armas de grosso calibre, munições, uma grande quantidade de droga e de dinheiro.

Em 2013 Mano G, Nanico e outros integrantes do grupo passaram um tempo presos no presídio federal de Mossoró no Rio Grande do Norte.

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