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Polícia Federal deflagra operação ' Ímpio' contra rede de pedofilia

A ação tem como alvo quadrilha especializada nesse tipo de crime e que trabalha com uma rede de informação interestadual com atuação no Acre e no Amazonas 12/09/2013 às 12:52
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Um dos alvos de investigação fica localizado na rua General Carneiro, bairro São Francisco, na Zona Sul de Manaus
Bruna Souza Manaus, AM

A Polícia Federal realizou na manhã desta quinta-feira (12) a operação "Ímpio" contra uma rede de pedofilia em Manaus e que também atua no estado do Acre, com divulgação de material pornográfico infantil na internet. Onze mandados de busca e apreensão e sete de conduções coercitivas foram cumpridos na cidade e em Cruzeiro do Sul (AC). Até o momento, uma pessoa foi presa em flagrante portando vários materiais de pornografia infantil.

A ação visa desarticular uma quadrilha especializada nesse tipo de crime e que trabalha com uma rede de informação interestadual, disponibilizando as imagens na rede mundial de computadores, inclusive para outros países. A Delegacia de Defesa Institucional teve o apoio da agência americana U.S Immigration na Customs Enforcement (ICE), que trabalha em parceria com a Polícia Federal nas investigações desse tipo de crime.

Uma pessoa foi presa em flagrante durante a realização da operação portando uma grande quantidade de material como fotos e vídeos com cenas de sexo com crianças e adolescentes. De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Federal, as imagens eram compartilhadas na internet através de redes sociais, fóruns de discussão, grupos de email e programas de compartilhamento de arquivos.  

A assessoria informou ainda que um missionário da ONG “Missão Novas Tribos do Brasil” foi preso no aeroporto da cidade de Orlando/FL. No computador dele foram encontrados materiais pornográficos com crianças, inclusive com cenas protagonizadas pelo próprio missionário. Em depoimento, ele admitiu que molestou quatro menores de idade no Brasil e que tirou fotografias delas. Além disso, entre os casos há registro de possíveis vitimas indígenas.

As investigações seguem em segredo de Justiça Federal do Amazonas.

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