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Polícia já tem o retrato falado de suspeito de tentar matar estudante em academia

A estudante de Direito Denise Almeida da Silva, de 34 anos, levou um tiro no pescoço, por volta das 8h da última quarta-feira (12), no estacionamento da Academia Cheik Club 19/11/2014 às 15:50
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Mesmo ferida, vítima dirigiu por alguns metros até pedir ajuda ao proprietário da academia, que a levou ao pronto socorro
Perla Soares Manaus (AM)

O retrato falado do acusado de tentar matar a finalista do curso de Direito Denise Almeida Silva, quando ela estava saindo da academia na semana passada, já foi construído.

Segundo o esposo da universitária, Erivelton Barreto, 39, Denise foi ao Instituto de Identificação da Policia Civil, na Zona Centro Oeste, na última segunda-feira para passar informações sobre o suspeita e ajudar na construção do retrato falado do auto dos disparos. “Agora já temos um rosto, não é ninguém que conhecemos nem muito menos que já tínhamos  visto antes, é um rosto desconhecido”, informou Barreto.

A delegada da Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Geórgia Cavalcanti, afirmou que a vítima foi fazer o retrato falado, mas que ainda não chegou na delegacia que está investigando o caso.

“Ainda não está no momento de divulgar o retrato falado do acusado, quem sabe o momento certo é a polícia e não a família”, disse a delegada. Ainda de acordo com Geórgia, as investigações estão avançando e que logo a população irá ter uma resposta, porém nada pode adiantar para não atrapalhar as investigações.

O caso

A estudante de Direito Denise Almeida da Silva, de 34 anos, levou um tiro no pescoço, por volta das 8h da última quarta-feira (12), no estacionamento da Academia Cheik Club, no cruzamento da avenida Getúlio Vargas com a rua Ramos Ferreira, no Centro da cidade.

Denise  recebeu os primeiros socorro no Hospital 28 de Agosto, depois foi internada no Hospital Santa Júlia onde permaneceu até a última sexta-feira (14), quando pegou alto e foi para um local não divulgado pela família, pois temem por uma nova tentativa de homicídio.

Segundo o marido da estudante, Denise e ele estavam recebendo ligações de um número confidencial há mais de dois meses. O advogado afirmou, ainda, que o aparelho celular de sua esposa desapareceu no hospital.

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