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Polícia Militar do AM investiga quem são responsáveis por dar 'carona' em viatura

A cúpula da Polícia Militar apura o caso, e quer saber quem eram os militares responsáveis pela viatura 20/08/2013 às 16:22
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A 'carona' foi bastante criticada nas redes sociais
acritica.com Manaus

A imagem de uma viatura do programa Ronda no Bairro está dando o que falar nas redes sociais. Tudo porque mostra o veículo, modelo Pajero Dacar, cheio de garotas, que parecem não terem recebido voz de prisão e sim uma carona dos policiais.

Na fotografia de autoria desconhecida, não é possível identificar claramente a placa, o número da viatura e nem a Companhia Interativa Comunitária (Cicom) a qual a viatura pertence. A cúpula da Polícia Militar apura o caso, e quer saber quem eram os militares responsáveis pelo carro.

Outros casos envolvendo viaturas

Com o investimento de mais de R$ 1 bilhão de reais em 2012, o Ronda no Bairro, programa do sistema de segurança do Amazonas, possui mais de mil de duzentas viaturas destinadas ao combate à criminalidade na capital amazonense pelas polícias Militar e Civil.

Pelo menos três outras viaturas policiais se envolveram em acidentes de trânsito neste ano. No último dia 6 de agosto um veículo da Polícia Civil atropelou um homem na avenida Tefé, bairro Raiz, na Zona Sul de Manaus, após ultrapassar o sinal vermelho.

Outras duas viaturas do Ronda no Bairro capotaram, uma no último dia 4 deste mês na avenida Carvalho Leal, bairro Cachoeirinha, Zona Sul, e outra no dia 11 de maio, na avenida Coronel Teixeira, bairro Ponta Negra, Zona Oeste da cidade.

De acordo com o secretário executivo do programa, coronel Amadeu Soares, os policiais que conduzem as viaturas nestes casos, respondem a um inquérito técnico na corporação que identifica as causas e os fatores do acidente.

“Se comprovado nesse inquérito que houve uma má conduta ou prática de crime contra o patrimônio público, a corregedoria passa analisar o processo. No caso da foto onde aparecem as mulheres, ainda estamos investigando e tentando identificar a qual guarnição ela pertence e como se deu a conduta inusitada”, declarou o coronel.

Leia mais na edição impressa do Jornal A Crítica desta quarta-feira (21).

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