Terça-feira, 22 de Outubro de 2019
Manaus

Polícia reconstitui cena de crime onde auxiliar de enfermagem foi morta; suspeito é o filho da vítima

Erinelza de Oliveira Marinho, 55, foi assassinada no dia 19 de novembro do ano passado, na residência dela, no conj. Hileia 1, bairro Redenção, em Manaus



1.gif Momento da reconstituição do crime, ocorrida na casa da vítima
08/05/2015 às 10:21

Na noite de quarta-feira (6), por volta das 18h30, peritos do Instituto de Criminalista (IC) e policiais civis lotados na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) realizaram a reconstituição dos fatos narrados à polícia sobre o homicídio da auxiliar de enfermagem Erinelza de Oliveira Marinho, morta aos 55 anos no dia 19 de novembro do ano passado, na residência dela, localizada na Rua Oito do Conjunto Hileia 1, bairro Redenção, zona Centro-Oeste.

Os trabalhos iniciaram com o trajeto narrado pelo filho da vítima, Heider Maria Moura, 29. Segundo ele, no dia do crime tinha ido buscar a mãe no trabalho dela, no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), bairro Alvorada. Em seguida, ele a teria deixado em casa e saído para comprar algumas coisas. Ao retornar ao imóvel, meia hora depois, encontrou a vítima desacordada na entrada da casa. 



As equipes refizeram os caminhados percorridos pela testemunha, cronometrando cada ação. Ao chegarem à residência onde ocorreu o crime, o trabalho foi concentrado na garagem, momento em que Heider viu a mãe no chão.

De acordo com o delegado titular da DEHS, Ivo Martins, a reconstituição é uma forma de tornar mais clara as circunstâncias do delito. Heider foi indicado pelo crime, mas ele não é o único suspeito. O delegado informou que outras pessoas também estão sendo investigadas. O filho de Erinelza não participou da reconstituição. Ele foi representado pelo advogado. O rapaz, ciente da reconstituição, havia viajado no dia anterior para o estado de São Paulo.

O caso

A vítima, que era natural de Alenquer, no Pará, foi encontrada desmaiada pelo filho. Ele levou a mãe ao 28 de Agosto, na zona Centro-Sul da capital, mas ao chegar à unidade a mulher já estava morta. Os médicos atestaram que a morte foi ocasionada por traumatismo crânio-encefálico. Um pedaço de madeira encontrado na residência foi para a perícia. A camisa e a bermuda usadas pelo filho da vítima no dia do fato foram recolhidas, além de duas agendas e um aparelho celular.


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