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População rejeita retorno de Renan Calheiros ao Senado

Enquanto as vozes oficiais reforçam a eleição de Renan Calheiros, nas ruas, eleitores criticam a postura do Senado 27/01/2013 às 08:46
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Senador Renan Calheiros (PMDB-AL) tem a maioria dos votos da Casa e deve voltar a comandar o Senado brasileiro
Rosiene Carvalho ---

Na contramão da opinião pública e dos movimentos sociais contra a corrupção e pela ética na política, o Senado, com os votos dos três senadores do Amazonas, deve voltar a ser comandado por Renan Calheiros (PMDB–AL). O senador traz, no histórico, escândalos, envolvendo pagamento de despesas pessoais por lobistas de empreiteiras, produção de dossiê contra inimigos políticos e negociações nada republicanas para ganhar aliados no poder.

Embora o retorno do velho cacique da política nacional tenha recebido as bênção da maioria dos partidos e nenhuma negativa aparente do Executivo, do lado de fora do Congresso a rejeição ao senador na presidência do Senado é grande.

Na quinta-feira, a ONG “Rio de Paz” e o “Movimento 31 de Julho Contra a Corrupção e a Impunidade” iniciaram aos pés do Cristo Redentor (ponto turístico carioca) um abaixo-assinado para evitar o retorno de Calheiros à presidência do Senado. Os grupos destacaram as “graves denúncias que pesam sobre a vida pregressa do político” e que é inaceitável que ele volte a presidir àquela Casa Legislativa. O senador Cristovam Buarque (PDT- DF) lidera um movimento de parlamentares independentes em prol da recuperação da credibilidade do Senado que se posiciona contra Calheiros.

(A íntegra deste conteúdo está disponível para assinantes digitais ou na versão impressa).

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