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MÍDIAS DIGITAIS

Portal A Crítica contará com núcleo digital e abre processo seletivo

Seleção para as vagas de social media, SAC 2.0 e designer começam hoje e seguem até o fim desta semana. Veja detalhes das vagas 01/08/2017 às 09:37 - Atualizado em 01/08/2017 às 09:57
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Empresa Go Upper trabalhará com as redes sociais do portal: Facebook, Twitter, Instagram e o Stories
Tiago Melo Manaus (AM)

"Como fazer o leitor clicar no seu link nas redes sociais?". O questionamento, levantado pela diretora de conteúdo do jornal A CRÍTICA, Aruana Brianezi, representa um dos primeiros passos da rede no processo de adaptação aos novos tempos da comunicação. A partir deste mês, o jornal, que já conta com um portal próprio, passará a ter um núcleo digital, com direito a uma equipe de social media e atendimento diferenciado ao leitor.

Quem comandará este novo projeto em parceria com A CRÍTICA  é a Go Upper, empresa especializada em mídias digitais com diversos clientes na área do varejo, gastronomia e, agora, na comunicação. Ao todos, serão nove profissionais na equipe do núcleo digital, sendo que cinco (dois social media, dois para o SAC e um designer) serão escolhidos a partir de um processo seletivo que tem início hoje.

"Estamos atrás de jovens com uma visão ampla e mente aberta, mas que também sejam disciplinados, organizados e comprometidos com o trabalho", disse a relações públicas Dessana Oliveira, uma das proprietárias da Go Upper, ao lado da sócia Chrys Braga. "Conhecimento em cultura pop e memes, ser criativo, ter uma boa redação e vontade de aprender,  além de estar conectado 24 horas com o mundo, é o diferencial", completou Chrys.

A seleção se dará, inicialmente, por meio de currículos, com testes sendo realizados na sequência. Clique aqui e veja mais detalhes de como concorrer às vagas. "Como as redes sociais mudam muito rápido, esses jovens estarão sempre passando por um treinamento", afirmou Dessana.  

De acordo com Chrys, a princípio a empresa trabalhará com quatro redes sociais do jornal A CRÍTICA: Facebook, Twitter e Instagram. "O Instagram conta por duas redes por causa do Stories, que já tem uma linguagem totalmente diferenciada da ferramenta principal", disse ela. "A ideia é que, futuramente, o trabalho resulte em mais vídeos, como lives e resumos das notícias do dia, e o uso do WhatsApp para a divulgação das notícias e o recebimento de denúncias da população", adiantou.

Engana-se quem pensa que ser um social media é apenas fazer um post na rede social. Estatística e matemática, por exemplo, fazem parte do planejamento de um profissional da área. "Cada rede tem sua linguagem própria e desenvolver uma para que o leitor se interesse e interaja ainda mais com as notícias veiculadas é o maior desafio. E é constante. Para cada post que fizermos, todo o background é analisado. Dados como horário, faixa etária, sexo, localização, são levados em conta na hora de produzir o post final", explicou Dessana.

Importância das mídias digitais

A ideia para o projeto, que já vem sendo discutido e ensaiado há algum tempo pela direção do jornal, surgiu da necessidade de acompanhar a forma como o conteúdo é consumido digitalmente. "Nós precisamos entender que o público consome conteúdo hoje de maneira diferente, e a forma como ele é abordado nas redes sociais faz toda a diferença na hora do usuário decidir no que vai clicar ou não. Com tanta oferta de conteúdo, precisamos nos posicionar de maneira destacada. E é o que faremos", afirmou o editor-executivo do Portal A CRÍTICA, Dante Graça.

Para a diretora de marketing da Rede Calderaro de Comunicação, Paula Vieira, o novo projeto vai fortalecer o carro-chefe da casa, que é o jornal impresso, dando mais visibilidade ao material de qualidade já produzido pela rede de comunicação.

"Com a mudança de cenário e do hábito das pessoas, as redes sociais crescendo, notícias falsas e verdadeiras dividem o mesmo espaço. Qualquer pessoa hoje em dia pode produzir uma notícia em seu smartphone. Nosso núcleo digital vai levar o material de qualidade já conhecido por todos de forma ainda mais crível para nossos seguidores", disse Paula.

Conforme a diretora de conteúdo de A CRÍTICA, Aruana Brianezi, a estratégia é ampliar a integração dos dois meios - impresso e digital - com a implantação do núcleo. "Queremos, por exemplo, usar o Stories para mostrar pessoas lendo o jornal, que é um hábito comum ainda. Ou, durante a semana, divulgar nas redes, uma chamada para nossas matérias especiais de domingo. Também há a ideia de criar dentro do impresso um espaço para o internauta colaborar com relatos. É um projeto aberto a mudanças e testes", concluiu a jornalista

 

 

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