Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
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ECONOMIA

Postos na Cachoeirinha e no Japiim têm o menor preço de gasolina em Manaus

Segundo o Procon-AM, os dois estabelecimentos estão vendendo o litro da gasolina comum a R$ 3,59


25/01/2019 às 16:59

O Programa de Proteção e Orientação do Consumidor (Procon-AM) realizou, nesta sexta-feira (25), pesquisa comparativa de preços de combustíveis vendidos em 60 postos localizados em Manaus e constatou que o valor da gasolina comum está entre R$ 3,59 e R$ 3,99, enquanto que a versão aditivada é praticada entre R$ 3,59 e R$ 4,29.  

Os postos Santa Rosa (avenida Carvalho Leal, Cachoeirinha, Zona Sul) e Mucuripe (avenida Rodrigo Otávio, Japiim, Zona Sul) são os que praticam o valor (R$ 3,59) mais em conta da gasolina comum. Outros preços, como R$ 3,63, R$ 3,65, R$ 3,94, R$ 3,95 e R$ 3,99, foram registrados.

A gasolina aditivada vendida com o preço mais baixo (R$ 3,59) está no posto Santa Rosa (avenida Carvalho Leal, Cachoeirinha, Zona Sul). Em seguida, o valor R$ 3,63 é o mais baixo, no posto São Jorge (avenida Silves, Raiz, Zona Sul). Outros valores encontrados são R$ 3,67, R$ 3,79, R$ 3,85, R$ 3,89, R$ 3,92, R$ 3,95, R$ 3,99 e R$ 4,29.

O etanol mais barato é vendido ao preço de R$ 3,19 nos postos Grande Circular (Jorge Teixeira, Zona Leste) e Gaspetro (avenida Autaz Mirim, Tancredo Neves, Zona Leste). Os preços são diversos e praticados a R$ 3,29, R$ 3,35, R$ 3,39, R$ 3,40, R$ 3,49, até chegar em R$ 3,59.

Já o diesel com preço mais baixo foi encontrado no posto Santo Antônio (avenida Autaz Mirim, Jorge Teixeira, Zona Leste), no valor de R$ 3,42. Outros preços como R$ 3,43, R$ 3,45, R$ 3,49, R$ 3,55, R$ 3,69 e R$ 3,79 também aparecem na pesquisa do Procon-AM. 

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Veja a lista de preços aqui.

Força-tarefa

Para combater, punir e dar celeridade às fiscalizações nos postos de combustíveis, foi implementada, no dia 21 de janeiro, a Força-tarefa do Consumidor, composta pelos Procons estadual e municipal; comissões de defesa do consumidor da Câmara Municipal de Manaus, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Defensoria Pública do Estado (DPE-AM), além do Ministério Público do Estado e da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

"Cada órgão ficou responsável por uma pauta. No que diz respeito ao Procon-AM, a agenda de fiscalização nos postos e demais providências foram cumpridas. O objetivo de garantir os direitos do consumidor conforme a Lei e as especificidades do órgão foi mais uma vez assegurada e comprovada. Na pesquisa que fizemos, mostramos os vários preços praticados nas bombas, ou seja, a prática da lei da livre concorrência e assim o consumidor pode escolher o posto que mais lhe convém abastecer", informa o gestor do Procon-AM, Jalil Fraxe.

Durante a operação, o Procon-AM fiscalizou 109 postos e notificou 15.  Antes da força-tarefa atuar, o órgão havia percorrido outros 90 postos e notificado 41.

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