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Manaus
ELEIÇÕES

Praciano e Barroncas lançam candidaturas ao PT para Senado e Governo do AM

Filiados ao Partido dos Trabalhadores lançaram candidatura própria dentro da sigla. Definição oficial de candidatos acontece em 28 de julho 11/05/2018 às 11:56 - Atualizado em 11/05/2018 às 12:23
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Foto: Jair Araújo
Vinicius Leal e Larissa Cavalcante Manaus (AM)

O advogado e jornalista José Barroncas, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), indiciou o nome dele para ser candidato do PT ao Governo do Amazonas nas eleições 2018. O ex-deputado Francisco Praciano também oficializou a indicação dele para ser candidato do PT ao Senado.

As indicações aconteceram na manhã desta sexta-feira (11), durante coletiva de imprensa na sede do Diretório Geral do PT em Manaus. Outros filiados à sigla também poderão lançar candidatura própria. A definição oficial de candidatos acontece no próximo 28 de julho, durante encontro estadual do PT no Amazonas.

Além disso, os filiados do PT também precisam decidir hoje se pretendem apoiar candidaturas a governador fora da legenda – caso o nome de José Barroncas não seja aceito. As votações devem ocorrer apenas para o público interno do partido.

Segundo o secretário geral do PT, ex-vereador Waldemir José, militantes tem até às 18h de hoje para inscrever pospostas de apoio candidaturas de outro partido. “Uma pessoa pode tomar iniciativa, mas tem que ter o apoio de pelo menos 1/3 dos diretórios ou 1% da assinatura dos filiados do partido o equivalente a mais de 300 anuências”, explicou.

Agressão a fotógrafo

Antes de iniciar a coletiva de imprensa com a presença de Praciano e Barroncas, houve um atraso no evento e até uma confusão que terminou com agressão ao fotógrafo Jair Araújo, da reportagem do jornal A CRÍTICA.

Como a sede do diretório se encontrava fechada no horário marcado para a coletiva, filiados como próprio José Barroncas classificaram a situação como uma tática para atrasar a definição dos rumos do PT durante as eleições. “Se demorar, vamos nos atrasar e ser prejudicado nesse momento conversas”, disse o pré-candidato.

Mesmo de portas fechadas, alguns filiados permaneceram em frente ao diretório e disseram que a coletiva de imprensa iniciaria na rua. “Campanha se faz na rua mesmo. As portas fechadas demonstram falta de estatura do presidente do partido”, afirmou o sociólogo Lúcio Carril, se referindo ao deputado estadual Sinésio Campos.

Os filiados chamaram um chaveiro para tentar abrir o cadeado da porta do diretório e o fotógrafo Jair Araújo começou a registrar o momento. Na ocasião, o chaveiro não gostou da presença da reportagem, interrompeu o serviço e agrediu fisicamente com um empurrão o fotógrafo. Posteriormente, os ânimos se acalmarem e os filiados entraram no diretório.

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