Publicidade
Manaus
Manaus

Prefeitura recebeu R$ 15 milhões para concretizar 4 projetos do PAC Cidades Históricas

O valor necessário para concluir quatro dos 10 projetos do PAC Cidades Históricas foi liberado à prefeitura de Manaus 13/01/2015 às 15:08
Show 1
Carlos Alderto Benin, Superintendente Da Caixa Econimica e Arthur Neto, Assinam PAC Cidades Históricas
Cynthia Blink Manaus (AM)

O prefeito Arthur Neto assinou, nesta terça-feira (13), no Palácio Rio Branco, Centro, um contrato com a Caixa Econômica Federal referente ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Cidade Históricas. A soma liberada é de aproximadamente R$ 15 milhões (R$ 15.886.747,25) para concretizar quatro dos 10 projetos. Entre eles estão a requalificação urbanística e acessibilidade, iluminação, sinalização e paisagismo da da Praça Tenreiro Aranha, da Praça Adalberto Vale, do entorno do Mercado Adolpho Lisboa e a requalificação da Praça da Matriz.

As obras que não serão contempladas nesse momento são: Praça D. Pedro II, antiga Câmara Municipal, antigo edifício do Corpo de Bombeiros, antigo Hotel Cassina, Casarão da Biblioteca Municipal e o Pavilhão Universal. O prefeito informou ainda esses outros seis projetos estão sendo análisados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em Brasília.

Apesar do montante de R$ 33,7 milhões ter sido aprovado pelo governo federal em 20 de agosto de 2013 para as obras, pouco foi feito. Um dos únicos monumentos históricos que começou, aos poucos, a ser reformado foi a Praça da Matriz (Praça 15 de Novembro), e com dinheiro da Prefeitura de Manaus.  O Mercado Adolpho Lisboa também foi revitalizado com recursos da prefeitura.

Atrasos

Segundo o engenheiro Nelson Ruiz, coordenador do PAC em Manaus, as obras ainda não começaram porque os recursos não haviam sido liberados pela Caixa Econômica Federal. “O que está acontecendo em Manaus também está ocorrendo em várias cidades. O PAC não anda”, antecipou Ruiz.

Além da CEF, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) também fez análises de cada detalhe dos projetos, e emitiu pelo menos seis pareceres com alterações. Cada mudança passava novamente pela revisão da Prefeitura de Manaus e voltava para o Iphan, processo burocrático, mas necessário, que contribuiu para o atraso das obras.

Publicidade
Publicidade