Domingo, 13 de Junho de 2021
OPERAÇÃO

Presos na Operação Sangria em Manaus vão para o sistema prisional

Prisões são temporárias e tem duração de cinco dias; um dos presos está detido no Rio Grande do Sul, onde mora



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03/06/2021 às 12:47

Cinco, dos seis presos na quarta fase da Operação Sangria, deflagrada ontem pela Polícia Federal em Manaus, já estão no sistema prisional do Amazonas. 

Depois de serem levados à Superintendência da Polícia Federal, Marcellus Campêlo, secretário de Saúde do Estado, e Nilton Lins Jr, empresário e proprietário do Hospital Nilton Lins, usado pelo Estado como Hospital de Campanha, foram levados ao Centro de Detenção Provisória Masculino II. Ambos possuem nível Superior e por isso têm direito a cela especial.



Já os empresários Sérgio Chalub, Frank Andrey Gomes e Carlos Henrique Alecrim, ligados a empresas que já prestaram serviço no hospital, estão no Centro de Detenção Provisória Masculino I. Os dois presídios ficam na mesma área, no km8 da BR-174.

O sexto preso, Rafael da Silveira, está detido em uma cela do sistema prisional do Rio Grande do Sul, onde reside. Até o momento não há informações sobre uma possível transferência dele para Manaus. 
Todas as prisões são temporárias, ou seja, tem duração máxima de cinco dias. Caso as autoridades solicitem uma prorrogação da prisão, caberá ao Superior Tribunal de Justiça autorizar ou não. 

A Operação

A nova fase da Operação Sangria apura, segundo a Polícia Federal, indícios de que funcionários do alto escalão da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas realizaram contratação fraudulenta, para favorecer grupo de empresários locais, do Hospital de Campanha Nilton Lins.

Foram cumpridos 25 mandados judiciais, que foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), sendo 19 mandados de busca e apreensão e 06 de prisão temporária em Manaus e Porto Alegre (RS).  Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, entre outros locais, na casa do governador Wilson Lima, na Secretaria de Estado da Saúde, no Hospital Nilton Lins e na casa do empresário Nilton Lins Júnior, um dos alvos dos mandados de prisão.

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