Segunda-feira, 30 de Novembro de 2020
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Procon: Amazonas Energia lidera ranking de reclamações no AM

A concessionária de energia elétrica teve 1.748 registros no atendimento geral do órgão de defesa do consumidor



Amazonas1_78680F19-FFE8-46FB-9FC0-87060B753E69.JPG Foto: Arquivo AC
06/10/2020 às 15:38

Concessionária de energia lidera ranking de reclamações e processos entre janeiro e setembro de 2020, no Procon-AM

O ranking das empresas mais reclamadas de 2020, no Instituto Estadual de Defesa do Consumidor (Procon-AM), segue com a Amazonas Energia no topo. A concessionária teve 1.748 registros no atendimento geral do órgão, além de 815 processos em andamento no período entre 2 de janeiro e 30 de setembro deste ano.



Em seguida, está a Águas de Manaus, que teve 526 reclamações e 108 processos. O ranking tem ainda empresas como a Claro S/A, com 292 reclamações; a Vivo, com 230; e OI Fixo, com 183 registros. 

O diretor-presidente do Procon-AM, Jalil Fraxe, observou o crescente número de reclamações contra companhias aéreas e empresas relacionadas ao turismo - a Decolar.com, por exemplo, foi a quarta colocada no ranking de processos do órgão, com 29 ações no ano. Ele aponta que o ano atípico com a pandemia de Covid-19 e a necessidade de cancelar e adiar viagens contribuíram para isso.

“A Decolar figurava na 13ª posição do ranking e, neste mês, passou para a 4ª colocação, passando inclusive as operadoras de telefonia móvel, que costumam ter o maior número de processos. É preocupante a forma com que as empresas aéreas estão lidando com o mercado. O que temos visto na prática é uma série de descumprimentos da MP (Medida Provisória) 925/2020, que originou a lei 14.034/2020 (de medidas emergenciais para a aviação brasileira durante a pandemia), e da própria resolução 400 da ANAC”, afirmou.

Energia elétrica

Primeira colocada nos rankings de reclamações e processos, a concessionária de energia também tem sido foco durante a pandemia de Covid-19. Em setembro, a Justiça deferiu tutela de urgência e determinou que a empresa não suspenda o fornecimento de energia por inadimplência em residências e serviços essenciais, enquanto durar a pandemia. Em caso de descumprimento, a empresa pode ser multada pela Justiça em R$ 2 mil.

*Com informações da assesoria

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