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Produção industrial no Amazonas avança 1,9% em janeiro

 Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral apontou crescimento de 1,3% entre os trimestres encerrados em dezembro de 2012 e janeiro de 2013 13/03/2013 às 16:36
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Em janeiro de 2013, a produção industrial do Amazonas ajustada sazonalmente mostrou expansão de 1,9% frente ao mês anterior, após registrar recuo de 0,9% em dezembro do ano passado.

Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral apontou crescimento de 1,3% entre os trimestres encerrados em dezembro de 2012 e janeiro de 2013, e reverteu dois meses seguidos de taxas negativas nesse indicador: novembro (-0,9%) e dezembro(-0,5%). A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor industrial do Amazonas registrou queda de 2,2% no índice mensal de janeiro de 2013 comparado com janeiro de 2012, ritmo de queda menos intenso que observado no último trimestre do ano passado (-7,2%), ambas as comparações contra igual período do ano anterior. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos doze meses, recuou 7,3% em janeiro de 2013, e permaneceu com a trajetória descendente iniciada em março último (4,1%).

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial do Amazonas registrou queda de 2,2% em janeiro de 2013, décimo resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto, mas o menos intenso dessa sequência.

Entre as onze atividades pesquisadas, sete atividades apresentaram redução na produção, com outros equipamentos de transporte (-30,8%) e material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-13,7%) exercendo os principais impactos negativos sobre a média global, pressionados em grande parte pela menor fabricação de motocicletas e suas peças, no primeiro setor, e de telefones celulares e televisores, no segundo.

Por outro lado, entre os quatro ramos que apontaram crescimento na produção, as influências mais relevantes foram observadas em alimentos e bebidas (20,5%), máquinas e equipamentos (14,8%) e produtos de metal (17,0%), impulsionados principalmente pela maior fabricação de refrigerantes e preparações em xarope e em pó para elaboração de bebidas; aparelhos de ar-condicionado; e aparelhos de barbear, respectivamente.

Com informações da assessoria do IBGE.

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