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Manaus
DIA DO PROFESSOR

Professores pedem mais valorização e condições de trabalho em ato no Centro

Educadores lembraram ainda da maior greve da educação ocorrida no Estado, em março deste ano. Manifestação ocorreu na Praça Heliodoro Balbi na manhã desta segunda-feira (15) 15/10/2018 às 11:57
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Foto: Jair Araújo
Karol Rocha Manaus (AM)

A luta por direitos, valorização e reconhecimento foram reivindicações dos professores e auxiliares administrativos da rede municipal e estadual de educação durante movimento na manhã desta segunda-feira (15), Dia dos Professores, na Praça Heliodoro Balbi, Centro de Manaus.

O encontro “Dia do Professor é Dia de Luta” lembrou, ainda, a maior greve da educação já ocorrida no Amazonas, em março deste ano.

“Nós entendemos que como professores, nós não podemos nos acomodar da luta e da resistência em busca de uma sociedade melhor para todos, para os nossos alunos, crianças, jovens e adultos. Nós queremos sempre buscar a valorização do profissional e respeito a sua dignidade”, disse a Coordenadora Geral do Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom/Sindical), Helma Sampaio.

Segundo os educadores, “o dia não permite comemorações”. Eles reclamaram das condições de trabalho em sala de aula e o desrespeito.

“Nós não temos muito o que comemorar por que observamos os governantes fazendo demagogia à educação quando na pratica o discurso não é materializado. O que nós vemos são escolas sucateadas, superlotadas, merendas sem qualidade, ataques contra os professores em assédio moral, falta de segurança, falta de material pedagógico”, enumera Helma que atua como professora de história na rede estadual.

Quem chama a atenção para os próprios direitos são os auxiliares técnicos das escolas públicas do Amazonas, ao todo 11 mil funcionários reivindicam a participação por direito no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

“Foi repassado novamente o Fundeb aos professores e a gente ainda não foi contemplado. A lei diz que os 40% é para manutenção e desenvolvimento dos demais funcionários da educação e nós nos incluímos nesses quarenta por cento. O que pedimos é a lei se cumpra”, destacou a coordenadora da Associação dos Vigias, Aux. Técnico, Merendeiros, Serviços Gerais e demais funcionários em Apoio à Educação do Amazonas (Avamseg).

O Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom/Sindical) existe há dois anos, e são sindicalizados professores do estado e município. O movimento na Praça da Polícia está no calendário dos profissionais da educação e auxiliares desde 2012.

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