Terça-feira, 18 de Junho de 2019
CONTROLE DE PRAGAS

Proliferação de baratas aumenta durante verão amazônico

Vetor de diversas doenças, a barata caseira têm o metabolismo acelerado durante o período de intenso calor, fazendo com que elas se reproduzam mais facilmente



barata_123_3446BD9E-4A87-4A60-828E-A3D70E49EE29.JPG Foto: Reprodução/Internet
02/05/2019 às 10:18

Apesar de o calor estar presente durante todo o ano no Amazonas, o período do verão, de junho a novembro, conhecido por épocas quentes e secas, com poucas chuvas e temperaturas em torno dos 38ºC, também traz consigo o problema da proliferação de algumas pragas residenciais, com destaque para as baratas.

Conforme o diretor-executivo da Emops - maior companhia de controle de pragas que atua na região -, Thiago Frota, a chegada da temporada de seca na região faz com que o número de atendimentos específicos para problemas com baratas aumente 50% em comparação com o período chuvoso.

“Esse período de calor intenso acelera o metabolismo das baratas, fazendo com que elas cheguem à maturidade sexual mais rápido. Dessa forma, aumentando a reprodução entre elas”, comentou Frota, ao destacar que existem métodos seguros para controlar a proliferação das invasoras.

e-Control do Grupo Emops

Com experiência de mais de 45 anos no controle especializado de pragas urbanas, a Emops, dona da marca e-Control, utiliza um sistema que substituiu a antiga “dedetização”, que era um método de aplicação de uma grande quantidade de produtos químicos para eliminar o maior número de pragas, porém que, além de ser ineficiente, trazia riscos a saúde humana.

O método utilizado pela e-Control para o controle eficiente das pragas, sobretudo das baratas urbanas, é conhecido como ‘Manejo Integrado de Pragas’, ou MIP. Conceituado como a melhor metodologia do mundo para o serviço, o uso do MIP foca em medidas educativas, biológicas, físicas e, como último recurso, o tratamento químico de maneira planejada para cada situação.

“O diferencial do MIP é que, além de ele não apresentar risco a saúde humana, nós realizamos os procedimentos de forma periódica, para assegurar que todas as medidas estão sendo trabalhadas e garantir com o tratamento químico correto o controle das pragas de maneira preventiva e constante”, concluiu Thiago Frota.


A Emops utiliza métodos inovadores para o controle das pragas urbanas, em especial contra as baratas. Foto: (Divulgação)

A e-Control conta com relatórios técnicos com registro fotográfico; pulverização preventiva e corretiva estratégica; aplicação de iscas de gel para formigas e baratas, entre outros.

Doenças

Segundo a engenheira agrônoma Roberta Viana, as baratas domésticas não possuem papel na cadeia ecológica. “Diferente das que vivem na natureza, que possuem o papel de reciclagem do material orgânico e de servirem como alimento para vários predadores naturais, as baratas urbanas não possuem papel na cadeia ecológica, são apenas pestes”, ressaltou.

Entre as principais doenças transmitidas pelas baratas estão a febre tifoide, hepatite A, conjuntivite, pneumonia, salmonelose, gastroenterite, diarréias e infecções por Staphylococcus, hanseníase e reações alérgicas que são provocadas por restos do corpo do inseto e suas fezes que são pulverizadas no ambiente.

Os sintomas das doenças transmitidas por baratas podem ser confundidos com os de uma virose de rotina, como diarreia, febre, dores abdominais e náuseas.

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Repórter de A Crítica

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