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Manaus
PROTESTOS

Proprietários de apartamentos fazem protesto pedindo entrega dos imóveis

O imóvel, quitado desde 2014, fica localizado no bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus 24/06/2017 às 11:48 - Atualizado em 24/06/2017 às 12:01
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(Foto: Winnetou Almeida)
Rebeca Moraes Manaus (AM)

Uma manifestação em frente ao Edifício Palm Beach na manhã deste sábado (24) chama a atenção de proprietários do empreendimento exigem que as empresas envolvidas entreguem os imóveis quitados desde 2014. O residencial fica localizado na Avenida Constelação, bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus.

As três empresas envolvidas no empreendimento são a incorporadora PDG Realty, que arquitetou todo o projeto, mas que entrou em processo de recuperação judicial em fevereiro deste ano alegando dívida de R$ 7,7 bilhões, a Construtora Aliança que tem a participação com a Incorporadora na construção do empreendimento e o Bradesco Financiamentos que financiou o imóvel para alguns clientes, mesmo sabendo que a incorporadora passava por essa situação.

Segundo os compradores dos imóveis, o Palm Beach dispõe de Patrimônio de Afetação, que é um recurso financeiro para concluir a obra sem entrar no plano de Recuperação Judicial e entregar a unidade aos adquirentes, mesmo em caso de falência ou insolvência do incorporador.

"Queremos deixar claro que nós proprietários, nunca renunciamos o direito que possuímos de gerir a conclusão das obras. A Comissão formada pelos proprietários denominada Patrimônio de Afetação está legalmente respaldada para assumir essa responsabilidade e ela exige que isso se concretize", revelou um proprietário que não quis se identificar.

Ele contou ainda que a resposta das incorporadoras é que faltam partes da obras a ser concluídas, o que  corresponde a apenas 1,6% e devido a falta de recursos para concluir não podem ser entregues.

"São apenas 1,6% da obra falta concluir, apenas detalhes, e outra, o Bradesco sabe da pendência e não se manifestou formalmente, deixando os clientes desamparados. Mas nós contamos com a lucidez das autoridades em dar aos proprietários o que é nosso direito”, enfatiza.

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